sábado, 17 de setembro de 2011

Extinção do mal (espírito Bezerra de Menezes)

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.

Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.

A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.

A propósito, meditemos. O Senhor corrige: a ignorância: com a instrução; o ódio: com o amor;
a necessidade: com o socorro; o desequilíbrio: com o reajuste; a ferida: com o bálsamo;
a dor: com o sedativo; a doença: com o remédio; a sombra: com a luz; a fome: com o alimento;
o fogo: com a água; a ofensa: com o perdão; o desânimo: com a esperança; a maldição: com a benção.

Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.

O mal não suprime o mal.

Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.


Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Brilhe Vossa Luz

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