sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Respeito à diversidade religiosa:


" Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar" (Nelson Mandela)

 A diversidade cultural é patrimônio comum da humanidade. A cultura pode assumir várias formas por meio do tempo e do espaço e é tão necessária aos gênero humano quanto à diversidade biológica e por isso deve ser reconhecida e consolidada em benefício das futuras gerações.

As políticas que favorecem a inclusão e a participação de todos são de extrema importância para a construção da paz entre as nações e também no interior destas. O conhecimento, ou seja, o "conhecer para compreender", trás novas leituras do mundo permitindo assim novos olhares sobre a existência.

O desenvolvimento social não se limita a economia e ao dominio da lingua, também fazem parte o desenvolvimento intelectual, a afetividade, a moral e o desenvolvimento espiritual. Assim como é definido na Declaração Universal dos Direitos Humanos (art 27). "Toda pessoa tem o direito de participar livremente da vida cultural, da comunidade, de fluir as artes e de participar do processo cientifico e de seus beneficios".

É nesse contexto que o conhecimento possibilita questionar o sentido da vida, descobrir o seu comprometimento com a comunidade, e a consciência de nossa participação no todo. A diversidade religiosa está presente em todas as sociedades, seja ela como maioria ou como minoria. Esse direito é gantido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, mas tem sido um grande desafio fazer valer essa declaração pois ainda existem as exclusões sociais: racial, de gênero, religiosa e cultural; que atuam diariamente no cotidiano das sociedades, como podemos verificar nos jornais, revistas e muitas vezes dentro de nossas casas.

Declaração dos Direitos Humanos: " Toda pessoa tem o direito à liberdade de pensamentoconsciência e religião; esse direito inclui a liberdade de mudar de religião ou crença e a liberdade de manifestar essa religião ou crença, pelo ensino, pela prática, pelo culto e ela observância, isolada ou coletivamente, em público ou em particular".(art.18)

"A regra de ouro consiste em sermos amigo do mundo e em considerarmos toda familia humana como uma só familia. Quem faz distinção entre os fiéis da própria religião e os de outra, deseduca os membros da sua religião e abre cominho para o abandono, a irreligião." (Mahatma Gandhi)

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