quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Banho de ervas


Todos nós temos ao redor do nosso corpo físico um campo eletromagnético, composto por corpos sutis, que se denomina aura.
As auras das pessoas e dos lugares funcionam como antenas que recebem e enviam mensagens entre si, que são decodificadas através da nossa intuição.
Quando passamos por situações estranhas, energias desequilibradas se agregam à nossa aura e permanecem lá por muito te...mpo provocando doenças.
Quando tomamos um Banho de Ervas limpamos a nossa aura fazendo com que ela volte a funcionar normalmente e harmonizando os nossos chakras que são túneis por onde entram as energias no nosso corpo físico.
Cada planta tem características próprias que interagem com as nossas energias provocando as mudanças necessárias. As ervas podem limpar, energizar, melhorar nossa auto-estima, tirar nosso cansaço, etc…
Para fazer o banho, devemos olhar a relação de ervas e propriedades que segue abaixo e escolher aquelas que se adequadam à nossa situação. Depois, pegue um punhado de cada erva e faça um chá com elas. Coe numa jarra e após tomar um banho normal, jogue o chá do ombro pra baixo. As ervas podem ser misturadas e o resultado será melhor se usado número ímpar de ervas.
O Sal grosso pode ser usado como banho de limpeza mas é preciso que se tome um banho de ervas logo após.
Relação de ervas e suas propriedades:

• Arnica – afasta a negatividade
* Abre Caminho – novas forças
* Açúcar – aceitação
* Alho (palha) – proteção
* Alecrim – clareza mental
* Alpiste – prosperidade
* Arruda – proteção
* Anis Estrelado – aumenta a auto-estima
* Água-de-arroz – calmante
* Água-marinha (planta) – limpeza
* Alfazema – mudança
* Bulbo de cebolinha – tira o cansaço
* Comigo-ninguém-pode – defesa
* Camomila – limpeza (bactericida)
* Canela – limpeza, força e prosperidade
* Cravo da Índia – estimulante
* Crizântemo branco – calmante
* Crista-de-Galo (sementes) – calmante (hipertensão)
* Contas de Rosário – concentração
* Cenoura (folhas) – fraqueza
* Dente-de-Leão – tristeza e anti-tóxico
* Erva doce – boas energias
* Espada de São Jorge – proteção
* Folha de Pinheiro – limpeza
* Folhas de Pêssego – dissolve densidades acumuladas
* Folhas de Limão – corta energias negativas
* Folhas de Manga – prosperidade
* Folhas de Louro – prosperidade
* Fumo – proteção
* Flor de sabugueiro – calmante
* Guiné – proteção e força
* Girassol (sementes) – acelera as mudanças
* Guaraná – aumenta as energias
* Hortelã – aceitação
* Inhame – força e limpeza
* Levante – força, melhorar a auto-estima
* Losna – corta a negatividade (raivas)
* Macela – calmante (bom para insônia)
* Manjericão – equilíbrio, renova as células do organismo
* Pitanga (folhas) – melhora a circulação
* Rosas brancas – limpeza.
* Rosas vermelhas – energia.
* Sementes de tangerina – para dores na coluna.
* Sálvia – rejuvenecimento.

Dicas Importantes:

1 – Os banhos devem ser acompanhados de preces pessoais espontâneas e sinceras. Peça. Converse com Deus e com seus protetores espirituais. Os resultados são fantásticos. Se desejar, acenda uma vela branca para o seu anjo da guarda.
2 – As flores e ervas frescas não devem ser fervidas. O valor energético das mesmas se perderá.
3 – Caso não consiga flores e ervas frescas, você pode usá-las secas. Neste caso, poderá colocá-las em água fervente e abafá-las. Evite fervê-las.
4 – Se estiver sentindo frio, acrescente ao banho, já preparado, uma quantidade de água mineral quente.
5 – Os resíduos dos banhos devem ser devolvidos à natureza. Coloque os resíduos num jardim ou no mar. Não se joga no lixo flores e ervas utilizadas em banhos energéticos, pois, se forem devolvidas à natureza, servirão como adubo.
6 – Na verdade não existe mal algum em jogar uma mistura de sal grosso e água na cabeça. Afinal de contas, nós não tiramos a cabeça para entrar no mar, onde há maior concentração de sal que nos banhos de limpeza energética. O que causa desconforto e cansaço é manter o sal no corpo por muito tempo. Por isso, três horas após um banho com sal grosso, banhe-se apenas com água, caso use o banho da cabeça aos pés.
7 – Banhos preparados com ervas como arruda, comigo-ninguém-pode, espada-de-são-jorge e pára-raios não devem tocar a cabeça. Podem causar cansaço, letargia, dores e insônia. Evite-as.
BANHOS
Em todas as tradições místico-esotéricas, os banhos são indicados como poderosos auxiliares nos processos de cura e equilíbrio de energia do nosso corpo.
* O banho feito com lírios brancos e rosas brancas, por exemplo, acalma e restaura a paz espiritual.
* Banhos com mel ajudaram adoçar o temperamento e com camomila propiciam bons sonhos.
* Para o cansaço e a tensão do dia, faça um escalda-pés com melissa e se sentirá relaxado.
Banhos purificadores:
Banhos purificantes ajudam a elevar o astral (ideal para ser feito no ano novo):
Estudados pela aromaterapia, os banhos são uma técnica milenar e – dizem – podem atrair bons fluídos e purificar. Por isso, que tal começar o ano novo em alto astral, livre dos “encostos”? “Na aromaterapia os banhos em geral demoram uma hora e são verdadeiros rituais”, diz o psicoterapeuta corporal Marco Spivack. Estes banhos são à base de óleos essenciais e, segundo Spivack, servem para relaxar, energizar, emagrecer e refrescar, entre outras coisas. Podem ser realizados em clínicas especializadas, balneários e até em casa. “Há banhos para quem quer se preparar para as festas de final do ano”, frisa o terapeuta corporal Zheca Catão.
Spivack sugere o que ele chama de Banho Ritual de Purificação, com óleos de alecrim, canela, mirra, olíbano e sal grosso. O banho é realizado num ofurô individual, de madeira, com óleos essenciais. O local é iluminado por velas e na água são jogadas pétalas de rosas. Antes de começar o banho, a pessoa toma uma ducha, depois entra no ofurô e permanece lá por 20 minutos.
“No Japão a temperatura da água do ofurô é elevadíssima, a 43 graus, mas isso é contra-indicado para cardíacos e hipertensos. Por isso, no Brasil a faixa de temperatura é entre os 28 e 32 graus, o que não oferece contra-indicações”, frisa. A pessoa sai do ofurô e deita-se numa espreguiçadeira. “Este banho é um ritual de desapego, uma associação de purificação, para receber o ano novo de braços abertos. Na espreguiçadeira, a temperatura do corpo vai se equilibrando e a pele vai metabolizando os óleos. O alecrim afasta as energias negativas e é estimulante; a canela, segundo o Feng Shui, costuma atrair dinheiro e é afrodisíaca; o olíbano é equilibrante; e o sal grosso é relaxante, purificante e afasta energias negativas”, explica. Você pode realizar este banho em sua casa, de preferência numa banheira.
Zheca Catão explica que quem quer ficar animado durante as festas pode preparar um banho com óleo de alecrim e cítricos. Já para aqueles que querem cuidar do lado espiritual, diz, o banho mais indicado é o com óleo de olíbano. “Um ótimo banho para elevar o astral é feito com uma mistura dos óleos de gerânio e laranja, ele equilibra a oleosidade da pele, e proporciona sensação de bem-estar”, destaca.
Para preparar os banhos em casa, Catão ensina que primeiro deve-se encher a banheira, depois adicionar os óleos essenciais misturados ao leite. “Como o óleo não se mistura com água, o certo é recorrer a um emoliente, no caso o leite”, explica. Coloca-se dois dedos de leite num copo com no máximo dez gotas de óleo no total. Se for adicionar dois óleos, por exemplo, o terapeuta recomenda colocar cinco gotas de cada. Coloca-se a mistura na água e o banho está pronto. No caso do chuveiro, o jeito é preparar o mesmo banho, só que em um balde grande, obedecendo a receita do banho na banheira.
Só que há uma diferença: o banho de balde deve ser feito depois do banho normal e na posição vertical, literalmente vertendo o líquido sobre a cabeça ou somente nos ombros – como preferir.
BANHOS DE ERVAS, PLANTAS, FLORES FUNCIONAM?
Impossível separar a realidade da fantasia.
As ervas e plantas sempre foram usadas desde a Antigüidade como aromáticas, na medicina, na culinária, cosmética, perfumes, hábitos de higiene, para embalsamar corpos, para afastar negatividade, como o alho para repelir vampiros ou ainda a queima de determinadas madeiras para manter afastados animais ferozes e insetos como a Citronela.
As flores possuem freqüência vibratória e elementos fluídicos, através da cor e do perfume, além de embelezar, ionizar ambientes como as rosas por exemplo.

==============================

Banhos com Óleos Essenciais:
Alergias: camomila
Ansiedade: gerânio, ylang ylang, neroli, mangerona, lima
Cansaço: cipreste, pinho, alecrim, rosmaninho, lima
Constipações: canela, cravinho, menta
Caspa: patchuli
Celulite: cânfora, bétula, funcho
Depressão: cânfora, salva, laranjeira, cravinho, lima
Dificuldades respiratórias: eucalipto, sândalo
Dores de estômago: laranjeira
Dores musculares: alfazema, gengibre
Enjoos: hortelã-pimenta
Enxaquecas: camomila, alfazema
Falta de desejo sexual: rosa, ylan ylang, sândalo, palmarosa
Gases: funcho
Herpes: mirra
Indigestão: hortelã-pimenta, funcho
Inflamações: salva

================================

Banho de Ervas (uma visão sobre o assunto)
O banho renova o corpo e a alma. Banho de descarga na Umbanda é banho de limpeza áurica.
Os banhos de ervas têm duas finalidades:
* Para eliminar vibrações negativas – banho de descarga;
* Para reafirmar vibrações positivas – banho de fixação.
O Banho de descarga limpa o campo magnético e elimina cascões e larvas astrais que se fixam na aura.
O Banho de fixação serve para fixar as correntes vibratórias, isto no campo energético.
O Banho de descarga se toma do pescoço para baixo, nunca se molhando a cabeça.
O Banho de fixação se toma no corpo todo, inclusive a cabeça.
Após o banho de descarga ou fixação não volte ao chuveiro (procure permanecer com o corpo impregnado da energia das ervas por um bom tempo antes de se enxugar). Deve-se usar roupa limpa e clara após esses banhos.
Como preparar o seu banho?
Para o Banho de Descarga: Colha as ervas e coloque em um recipiente; deixe ferver a água; após isso adicione as ervas e abafe. Deixe amornar e se banhe, pedindo para que as eventuais energias negativas sejam afastadas.
Para o banho de fixação: coloque no recipiente as ervas, adicione água limpa e vá macerando as ervas, cubra com um pano claro e deixe no sereno. Para utilizar, amorne em banho-maria. Após o banho de higiene normal, jogue este banho, da cabeça aos pés, fazendo o seu pedido e mantendo uma tônica vibratória elevada, harmonizada com seu campo magnético.
Este banho só deve ser tomado sob as orientações da Entidade-chefe do terreiro.
IMPORTANTE: Ao tomar os banhos, mantenha os pensamentos positivos, voltados ao Alto e aos guias da corrente de Umbanda.

A Verdadeira Essência da Feitiçaria: A Prática de Magia Branca no Catolicismo Romano Tradicional


A essência da feitiçaria é o controle absoluto que um bruxo ou feiticeiro exerce sobre uma relutante e até resistente deidade. O bruxo ou feiticeiro está seguro de que, uma vez que execute um ritual precisamente da forma prescrita, pode forçar qualquer demônio ou demônios a descerem de seu campo sobrenatural para este campo natural. Uma vez que eles estejam neste campo, o bruxo ou feiticeiro pode forçá-los a fazerem o que quiser que eles façam, mesmo se estiverem resistentes às suas ordens.
Esse poder sobre a deidade é o mais importante atrativo da feitiçaria. Na feitiçaria do catolicismo romano, o sacerdote é o feiticeiro, e seu ritual básico é a missa. Lembre-se, existem muitas missas diferentes para coisas diferentes que o feiticeiro queira que o demônio execute. Em seguida, relaciono os vários tipos de missas:
1. Missa Matutina Dominical.
2. Missa Fúnebre.
3. Missa do Purgatório.
4. Para honrar os santos nos céus e obter sua mediação para:
1. Favores espirituais.
2. Favores temporais.
3. Saúde.
4. Bem-estar.
5. Uma boa viagem.
6. Proteção contra a chuva.
7. Proteção contra o granizo (ou saraiva).
8. Proteção contra as pragas de insetos.
9. Missas a serem rezadas em santuários ou em igrejas históricas.
10. Para obter boas notas nos exames escolares.
A feitiçaria tem rituais para todos esses tipos de bênçãos especiais, exatamente como o catolicismo. Para provar que estabeleci o catolicismo romano como feitiçaria de Magia Branca, citarei um respeitado teólogo católico, o padre John A. O'Brien, da Universidade de Notre Dame, em seu livro Faith For Millions. Veja:
"O supremo poder do ofício sacerdotal é o poder da consagração. 'Nenhum ato é maior', diz São Tomé, 'que a consagração do corpo de Cristo'. Nessa fase essencial do sagrado ministério, o poder do sacerdote não é suplantado pelo poder do bispo, do arcebispo, do cardeal ou do papa. Portanto, ele é igual ao de Jesus Cristo. Porquanto nesse papel o sacerdote fala com a voz e a autoridade do próprio Deus."
"Quando o sacerdote pronuncia as tremendas palavras da consagração, ele alcança os céus, faz Cristo descer de seu trono e coloca-o sobre nosso altar para ser oferecido novamente como a oferta pelos pecados do homem. Esse poder é maior que o dos monarcas e dos imperadores; é maior que o dos santos e dos anjos, maior que o dos serafins e dos querubins. Na verdade, é maior que o poder da Virgem Maria: porque, enquanto a Virgem Bendita foi o agente humano por meio de quem Cristo se encarnou, uma única vez, o sacerdote faz Cristo descer dos céus, e o oferece presente sobre nosso altar como a eterna vítima pelos pecados do homem — não uma vez, mas mil vezes! O sacerdote fala e eis que Cristo, o eterno e onipotente Deus, abaixa sua cabeça em humilde obediência às ordens do sacerdote."

Magia na Umbanda


A umbanda é magia: magia não é privilégio de ninguém. Magia é a arte de manipular a natureza criando campos de força. E é exatamente isso que fazem os Guias nos Templos Umbandistas. Juntam elementos para criar, desde um simples patuá, até uma enorme energia positiva para destruir outra da mesma intensidade, criada por espíritos malignos. Magia não tem receituário nem dicionário. Magia é magia. Apenas é lamentável o mau uso do termo magia.
Todas as pessoas que trabalham na Umbanda são pequenos magos. Uns conscientes e outros inconscientes, mas, direta ou indiretamente, praticam a magia. Por ignorância tem gente matando cabritos, comendo carne crua e alguns, pasmem, praticando a magia do sexo, esta a mais burra e inexistente magia. São pessoas desorientadas e pervertidas usando o nome da magia para saciar seus instintos grotescos. Isto nada tem a ver com a verdadeira magia e muito menos com a Umbanda. Os Guias são sábios magiadores do BEM.

Magia na Umbanda: (Magia do álcool)

A cachaça, o vinho, a cerveja e etc..., têm função magística. No plano astral, servem para fins que fogem, na maioria das vezes, completamente à nossa compreensão. Pela volatilidade do álcool, apresenta eterização para desintegrar morbos e campos de forças mais densos. Espírito não vem no terreiro para beber. Um Exu Senhor Tranca Ruas das Almas, inquirido sobre a necessidade do espírito beber respondeu: - “se quisesse beber não viria nos terreiros. Iria freqüentar os bares onde vivem os alcoólatras e lá arranjaria um copo-vivo (ermo usado para aqueles que são dominados por espíritos viciados em bebida).

Aqui vale um ensinamento. No mundo espiritual existe o principio da lei dos semelhantes, ou seja, o semelhante atrai o semelhante. Todo homem embriagado quase sempre está acompanhado de um espírito semelhante. O grande problema é que, como o espírito não pode ingerir a bebida, ele aspira, para sua satisfação, a emanação do álcool, razão pela qual o bêbado (copo-vivo), ingere enormes quantidades de bebida. Uma parte para ele e outra para o espírito. Interessante que esses espíritos protegem o seu doador, bem como nós fazemos com o copo que nos serve para beber água, mas quando não mais lhe serve, abandona a criatura em estado deplorável.

Magia na Umbanda: (Magia da fumaça)

Todas as religiões do mundo usam a fumaça como depurador das energias. A defumação é sagrada e consagrada pelo mundo inteiro, desde os monges tibetanos até os padres católicos. O turíbulo do Guia é o charuto, o cachimbo ou o cigarro.... Faz parte da cultura indígena e, por extensão, da umbanda. Não devemos confundir a fumaça do charuto com a defumação através de ervas ou bastões cheirosos. Ambos têm funções importantes na religião, mas são usados de forma diferente. Não devemos esquecer os vários tipos de fumaça usadas pelos espíritos. Além do charuto, o cachimbo do preto-velho, o cigarro comum das pombas-gira e alguns exus, também produzem o mesmo efeito.

Aqui cabe a mesma consideração, espíritos guias não fumam. A fumaça que se eteriza é que tem função magística...

Magia na Umbanda: (Magia do som e do movimento)

A música foi feita para as pessoas se amarem. O som mexe nossos sentimentos. E também fazia parte da cultura dos índios. É um mântra. Mas não é só isso. O som repercute no éter. Ele vibra. A fala mansa domina e a fala grosseira irrita. Ele tem um equilíbrio, regulando nossas emoções. Quando ouvimos uma música forte, sentimos força interior. Ficamos mansos e dóceis ao som de uma música suave. Quem não se lembra da suavidade da canção de ninar docemente cantadas por nossas mães? E quem não se lembra dos sustos e medos passados na infância por gritos histéricos de alguém? Imaginem estarmos sentados à beira de um rio, olhos fechados, ouvindo o gostoso barulho da água formando pequenas marolas, ainda premiado com o canto de um sabiá e outros pássaros e uma pequena brisa nos refrescando. É um sentimento ligado ao som e ao movimento. Agora estamos voltando para casa. Os carros em sentido contrário fazendo o ruído na janela, a buzina dos apressados motoristas tentando a ultrapassagem, com o som ligado em volume máximo, tocando um pagode imoral desses conjuntos comerciais ou as barulhentas guitarras dessas bandas histéricas. Nossas emoções, com certeza, serão diferentes.

O movimento tem o mesmo efeito do som. Reparem que um andar seguro, calmo e firme transmite uma personalidade segura. Um andar desordenado e atabalhoado agita as energias em sua volta. Vejam um exército marchando. O garbo dos soldados emociona a todos. Falei do andar. E a dança! Quantos efeitos ela causa. Quando se fala em espiritualidade nosso parâmetro é Jesus Cristo. Jesus era um homem sereno, de andar firme, gestos harmoniosos e voz suave, pausada e clara, o que em absoluto me faz pensar fosse um homem triste. Ao contrário, imagino tenha sido um homem levando sempre um sorriso a todos, mas nunca deve ter dado uma gargalhada. Nas suas caminhadas não devia cansar, pois seus passos deveriam ser firmes e uniformes, sem jamais correr. Se alguém me perguntasse qual o movimento mais equilibrado que pudesse conceber, responderia, sem hesitação: o levantar do braço de Jesus Cristo acompanhado de sua firme voz.

Assim devem ser os Pontos Cantados e as danças na Umbanda. Se os pontos não forem cantados dentro da sua harmonia, com a mentalização sagrada e religiosa de quem vibra mentalmente nas irradiações dos Orixás e Guias, se tornam um amontoado de sons, sem repercussão magística. É necessário que os pontos sejam mântras, cantados com respeito, amor e vibração. Não se trata de formar um coral ou de se fazer uma apresentação vocal. Trata-se de concentração, respeito e amor naquilo que se está fazendo: invocando, louvando e irradiando caritativamente as vibrações sagradas ou Guias de Trabalho da Umbanda.

O mesmo podemos dizer da dança, que deve ser invocatória, harmonizada pelos gestos às vibrações invocadas. Isto acontece na maioria dos ritos religiosos, principalmente no Oriente. Canto e dança no louvor e invocação do sagrado.

MAGIA NA UMBANDA: (Magia da guia)

A guia é um elemento de ligação entre o médium e o espírito ou vibração. Imanta-se um campo de força nela centralizado, criando uma eficiente proteção contra eventuais energias negativas. Ela se torna um pára-raios, ou melhor, um pára-energias. Às vezes ela arrebenta pela atração de energias negativas e forte. Essa pequena guia serve para o médium, como para invocar e atrair energia negativas, num ato de caridade em relação aos outros. Elas devem ser fechadas com duas firmas que concentram a polaridade positiva e negativa. Poderão ter, presas, uma cruz de aço, ou outro emblema ou ponto riscado dado pelo seu Guia, ou Guia da casa em que você trabalha.
A guia deve ser feita de acordo com a vontade do Guia que a solicite. Guia não é colar e, muito menos, enfeite. Existem vários tipos de guias. As guias dos orixás do médium, que são feitas com contas da cor cultuada pelo terreiro. São contas de cristal ou louça, e suas miçangas podem ser distribuídas com bom gosto. Mas jamais exageradas ou grande. Deve ser usada pendurada no pescoço e nunca atravessada no ombro, pois isto é coisa para quem tem cargo e assim é determinado. Atravessar Guia simboliza chefia. As guias podem conter sementes de capiá, também conhecida como lágrimas-de-Nossa-Senhora, outras sementes como coronha (olho-de-boi), bambús, olho de caboclo, conchas e outros elementos marítimos e até penas coloridas, tudo de acordo com a solicitação da entidade, autorização do Templo e conforme a sua origem.

Os pretos-velho, normalmente, são mais simples em suas guias. Gostam de muita simplicidade e preferem a guia inteira de sementes de capiá e poucos elementos.

MAGIA NA UMBANDA: (Magia do ponto riscado)

A sagrada grafia dos orixás serve para identificar o espírito comunicante, para chamar falanges e construir campos de força. Através do Ponto riscado a Entidade se identifica e cria o campo energético de trabalho da sua vibração. Quando uma Entidade risca o ponto ele exerce uma atividade magística de identificação, para o campo astral, de suas ordens e comandos de trabalho (se identifica), pede licença para trabalhar dentro dessa vibração e mantém o pólo magnetizador que atrai energias pesadas, neutralizando-as e envia energias saudáveis ao consulente.

Os Pontos riscados são também usados na invocação das Vibrações dos Orixás e para a formação das Mandalas magísticas de trabalho em prol da caridade.

Magia na Umbanda (Magia do ponteiro)

Os antigos magistas já usavam a espada como elemento de grande importância em seus trabalhos de magia. Na verdade a ponta do aço é usada para explodir campos negativos de forças. Quando fincado, ele firma a magia, ou seja, firma o ponto. Todos os espíritos, na umbanda, fazem uso do ponteiro. É difícil identificar suas intenções quando "batem os ponteiros". Mas batem, e batem muito bem.

Magia na Umbanda (Magia do Congá)

O Congá é um núcleo de força, em atividade constante, agindo como centro atrator, condensador, escoador, expansor, transformador e alimentador dos mais diferentes tipos e níveis de energia e magnetismo.

É Atrator porque atrai para si todas as variedades de pensamentos que pairam sobre o terreiro, numa contínua atividade magneto-atratora de recepção de ondas ou feixes mentais, quer positivos ou negativos.
É Condensador, na medida em que tais ondas ou feixes mentais vão se aglutinando ao seu redor, num complexo influxo de cargas positivas e negativas, produto da psicosfera dos presentes.

É Escoador, na proporção em que, funcionando como verdadeiro fio-terra (pára-raio), comprime miasmas e cargas magneto-negativas e as descarrega para a Mãe-Terra, num potente efluxo eletromagnético.

É Expansor pois que, condensando as ondas ou feixes de pensamentos positivos emanados pelo corpo mediúnico e assistência, os potencializa e devolve para os presentes, num complexo e eficaz fluxo e refluxo de eletromagnetismo positivo.

É Transformador no sentido de que, em alguns casos e sob determinados limites, funciona como um reciclador de lixo astral, condensando-os, depurando-os e os vertendo, já reciclados, ao ambiente de caridade.

É Alimentador, pelo fato de ser um dos pontos do templo a receberem continuamente uma variedade de fluidos astrais, que além de auxiliarem na sustentação da egrégora da Casa, serão o combustível principal para as atividades do Congá (Núcleo de Força).

O Congá não é mero enfeite; tão pouco se constitui num aglomerado de símbolos afixados de forma aleatória, atendendo a vaidade de uns e o devaneio de outros. Congá dentro dos Templos Umbandistas sérios tem fundamento, tem sua razão de ser, pois é pautado em bases e diretrizes sólidas, lógicas, racionais, magísticas, sob a supervisão da espiritualidade

Entenda o que é magia [Monica Buonfiglio / Especial para o Terra]

                                    
 Para Papus (1865-1916), magia é o estudo e a prática das forças da natureza e por isso é considerada uma ciência pura. O apelo às forças divinas, a caridade e as orações representam o uso correto e útil para entrar em contato com o mundo divino. Palavra originária do grego magein designava originalmente a ciência e a religião dos sacerdotes de Zoroastro. Quem quer praticar a verdadeira magia deve ser um conhecedor das diferentes vertentes religiosas para obter o que considera como sua verdade. Paracelso (1493-1541) explicou que a magia significava o poder do espírito humano para governar todas as influências exteriores com o objetivo de fazer o bem. 
 Helena Blavatsky (1831-1891), escreveu em seus tratados teosóficos que a magia é a grande ciência, considerada sagrada e inseparável da religião. Ela é a arte de utilizar conscientemente os poderes invisíveis (espirituais) para produzir efeitos visíveis. A vontade, o amor e a imaginação são poderes mágicos que todos possuem. Aquele que sabe desenvolvê-los de modo consciente e eficaz é considerado um mago. 
A fé em si mesmo é essencial para praticar a magia e, em muitos casos, é necessário o isolamento e também a abnegação. 

A magia é o caminho para se comunicar com as potências supremas. Os magos empregam seus poderes para auxiliar as pessoas, desde que essa ajuda seja sempre realizada em harmonia com as leis que regem seu estágio e crescimento espiritual. Ela deve estar baseada na lei da simpatia, a qual entende que uma coisa pode agir sobre outra à distância, pelo fato de estarem secretamente ligadas entre si, por meio de laços invisíveis.
Os místicos da Idade Média dividiram a magia em duas partes: teurgia e goecia. A teurgia é conhecida por teósofos e metafísicos. É a magia utilizada para entrar em contato com o universo dos anjos, pedir auxilio, realizar os rituais angélicos, etc. Quem se utiliza desta magia é intitulado "mago branco".

A goécia é o mesmo que a magia negra, ou seja, usa os encantamentos para atrair os espíritos inferiores e malignos para fins egoístas. Quem faz uso desta magia é considerado um "mago negro".

O mago branco, portanto, é impulsionado pelo amor e benevolência. Ele não atua na expectativa da recompensa e sua alma se desenvolve de maneira intensa como resultado do emprego que ele faz da magia. Já o propósito do mago negro é o ganho financeiro e fins egoístas.

A magia é conhecida há séculos e foi utilizada em várias civilizações. Na Idade Média, todos os praticantes de magia foram perseguidos e mortos pela igreja católica, já que se acreditava que os magos cultuavam o demônio.

A feitiçaria é diferente da magia, pois está relacionada com as forças da alma animal. A magia está direcionada ao poder que todo ser humano tem em conectar-se com o universo superior, incluindo anjos, mestres ascencionados, seres de luz, etc.

Toda pessoa é dotada de um enorme reservatório de força mágica sendo possível acessá-la por meio do uso de técnicas adequadas.

Livro: A Ciência dos Espíritos - Eliphas Levi PDF




SINOPSE:

Este estudo está dividido em três partes: na primeira parte, sob o título Espíritos reais, trata de Deus e do homem reunidos e idealizados na pessoa de Jesus Cristo; na segunda parte, sob o título de Espíritos hipotéticos, fala dos anjos, dos demônios e das almas desencarnadas, segundo as doutrinas cabalísticas e mágicas; na terceira parte, consagrada aos pretensos espíritos ou fantasmas, aborda as evocações e aprecia os fenômenos e as doutrinas espíritas.

http://www.megaupload.com/?d=N9DTTJUM


Livro: Memórias de um Suicida - Yvonne A. Pereira (espírito Camilo Cândido Botelho) PDF



SINOPSE:

Yvonne Pereira transmite, neste livro instigante, o relato de um suicida que, após perceber que o suicidio - definitivamente - não resolveu seus problemas, muito pelo contrário - agravando-os, teve a oportunidade de transmitir sua vivência mediunícamente. Vale a pena ler e conferir. 


http://www.megaupload.com/?d=4YINSGQY

Livro: desobsessão: Francisco Candido Xavier - Waldo Vieira (espírito Andre Luiz (Espirito) PDF



SINOPSE:

Como nos assinala Emmanuel, destaca-se, da coleção de André Luiz, este "livro diferente". Objetiva prestar valioso auxílio àqueles que se propõem a tratar, com a devida seriedade, em reuniões específicas da Casa Espírita, o grave problema da obsessão, que, como as mais diferentes e temíveis doenças do corpo físico, se constitui em flagelo da humanidade.


http://www.megaupload.com/?d=ZYJ74ZY1

Livro: Conduta Espírita - Waldo Vieira (espírito André Luiz) PDF

SINOPSE:

Como agir e como não agir perante as múltiplas situações e opções que se apresentam na vida de relação? Ao descobrir e abraçar a Doutrina Espírita, o ser humano sofre grande impacto espiritual e emocional, que o impele a profunda reforma íntima, com imediato efeito na área comportamental. Passa e ver a vida e a razão de ser de sua existência de um novo ponto de vista, sente imperiosa necessidade de rever o seu relacionamento com o mundo e com seus irmãos em Deus, o Pai Criador. André Luiz, sabedor das dificuldades e inseguranças do Espírito encarnado, ao atingir esse estágio, vem socorrê-lo com este CONDUTA ESPÍRITA. Diz o próprio Emmanuel, no prefácio:" Abraçando o Espiritismo pedes, a cada passo, orientação para as atitudes que a vida te solicita (...) Não encontramos aqui páginas jactanciosas com a presunção de ensinar diretrizes de bom-tom, mas simples conjunto de lembretes para uso pessoal no caminho da experiência. (...) Assim, ler este livro equivale a ouvir um companheiro fiel ao bom senso. E, se o bom senso ajuda a discernir, quem aprende a discernir sabe sempre como deve fazer.

http://www.megaupload.com/?d=2TMR0JLW

Livro: A Bíblia dos Espíritos - Osvaldo Polidoro



SINOPSE:

Um espírita verdadeiramente consciente nunca deve afirmar que todas as religiões são boas. Caso contrário, estará demonstrando profundo desconhecimento do assunto. Há que considerar, naturalmente, o conceito que se faz da palavra religião. Do latim religio, de religere ou religare tornar a ligar ela se refere etimologicamente ao processo usado pelo homem para se recolocar no caminho mais adequado ao conhecimento da verdade que promana das chamadas leis naturais. Todavia, se, se quer nomear religiões a toda e qualquer congregação humana, só porque aí pronuncia se o nome de Deus ou de Jesus, não levando em conta, por outro lado, o artificialismo grotesco, ridículo e inoperante, que caracteriza cada uma delas, de boa ou de má fé pouco importa então, digamos sem rebuços, nenhuma dessas instituições ou igrejas merece crédito ou aceitação. Todas, como se verá mais adiante, são blasfemas porque insultam a Verdade Fundamental.

http://www.megaupload.com/?d=QQ260AV9

Livro: Eles continuam entre nós - Zibia Gasparetto


SINOPSE:

Este livro é o resultado da pesquisa que venho fazendo por meio do meu programa na rádio Mundial. Todos os casos relatados foram enviados pelos ouvintes que os vivenciaram e nos permitiram divulgar seus nomes e endereços.

É muito bom poder ter certeza de que a vida continua após a morte, que os que partiram desde mundo estão vivendo em outras dimensões do Universo, com os mesmos sentimentos que tinham aqui, interessando-se em nos ajudar, protejer e provar que estão mais vivos do que nunca e que eles continuam entre nós.

http://www.megaupload.com/?d=E6T6C0SS

Programa Além da matéria. Cientistas e Magos do Astral. (Robson Pinheiro.)

PARTE 1



PARTE 2

PARTE 3 

 PARTE 4






Livro: Ninguém é de ninguém - Zíbia Gasparetto (espírito Lúcios) .DOC


SINOPSE:

Esta história, escrita por Zibia Gaspareto através do espírito de Lucius, faz refletir sobre o falso e o verdadeiro amor, para que possamos perceber que a vida afetiva é um constante exercício de autodomínio. No final descobriremos que só possuímos a nós mesmos, pois ninguém é de ninguém.


http://www.megaupload.com/?d=3SO1Q730

O Médium do Anticristo II (Herminio C. Miranda)


Alfred Rosemberg, o futuro teórico do nazismo, era então o profeta do Anticristo e se incumbia de questionar os Espíritos manifestantes. Ravenscroft afirma que teria sido Rosemberg quem pediu a presença da própria Besta do apocalipse, que na sua opinião(de Rovenscroft), sem dúvida dominava o corpo e a alma de Adolf Hitler, através das óbvias faculdades mediúnicas deste.

Essa manifestação do Anticristo em Hitler foi assegurada por mais de uma pessoa, além do lúcido e tranqüilo Dr. Walter Johannes Stein. Um desses foi outro estranho caráter, por nome Houston Stewart Chamberlain, um inglês que se apaixonou pela Alemanha e pela causa nazista. Ravenscroft classifica-o como genro de Wagner e profeta do mundo pangermânico. Também escrevia suas teses anti-racistas em transe, segundo atestou nada menos que o eminente General Von Moltke, de quem ainda diremos algo importante daqui a pouco Chamberlain era considerado um digno sucessor do gênio de Friederich Nietzsche e, segundo o próprio Hitler, em "Mein Kampf", "um dos mais admiráveis talentos na história do pensamento alemão, uma verdadeira mina de informações e de idéias". Foi quem expandiu as idéias de Wagner, desvirtuando-as perigosamente, ao pregar a superioridade da raça ariana. Segundo testemunho de Von Moltke, Chamberlain evocou inúmeros vultos desencarnados da história mundial e confabulou com eles. Que era uma inteligência invulgar, não resta dúvida. Os poderes das trevas escolheram bem seus emissários. Enganam-se, também, redondamente, aqueles que consideram Hitler um doido inconseqüente que tentou, na sua loucura, botar fogo no mundo. A julgar por todas essas revelações que ora nos chegam ao conhecimento, ele sabia muito bem o seu papel em todo esse drama. Recebeu uma fatia de poder a troco de certa missão muito específica.

No domínio do mundo, se o tivesse conseguido, ele continuaria a desfrutar de posição "invejável", como prêmio a um trabalho "bem feito". Ainda bem que falhou, pois a amostra foi terrível.
Como se explicaria, sem esse apoio maciço de espíritos encarnados e desencarnados, que um jovem pintor sem êxito, pobre, abandonado à sua sorte, rejeitado pela sociedade, tenha conseguido montar o mais tenebrosos instrumento de opressão que o mundo já conheceu? Como se explicaria que seu partido tenha emergido de um pequeno grupo político, falido e obscuro, senão que os Espíritos seus amigos o indicaram como sendo o primeiro degrau de escada que o levaria ao poder?

Hitler ainda se aprofundaria muito mais nos mistérios da sua missão tenebrosa. Precisava receber instruções mais específicas, e , como sabemos, tudo se arranja para que assim seja. A hora chegaria, no momento exato, com a pessoa já programada para ajudá-la. Um desses homens chamou-se Dietrich Eckhart.

Sua história á algo fantástico, mas vale a pena passar ligeiramente sobre ela, a fim de entendermos seu papel junto a Hitler, que, antes de encontrar-se com Eckhart, fizera apenas preparativos para o vestibular da magia e do ocultismo.
Dietrich Eckhart era um oficial do exército, de aparência afável e jovial e, ao mesmo tempo, no dizer de Ravenscroft, "dedicado satanista, o supremo adepto das artes e dos rituais da magia negra e a figura central de um poderoso e amplo círculo de ocultistas – O Grupo Thule".
Foi um dos setes fundadores do partido nazista, e, ao morrer, intoxicado por gás de mostarda, em Munich, em dezembro de 1923, disse, exultante:

Sigam Hitler! Ele dançará, mas a música é minha. Iniciei-o na "Doutrina Secreta", abri seus centros de visão e dei-lhe os recursos para se comunicar com os Poderes. Não chorem por mim: terei influenciado a História mais do que qualquer outro alemão.

Suas palavras não são mero delírio de paranóico. Há muito, nas suas desvairadas práticas mediúnicas, havia recebido "uma espécie de anunciação satânica de que estava destinado a preparar o instrumento do Anticristo, o homem inspirado por Lúcifer para conquistar o mundo e liderar a raça ariana à glória".
Quando Adolf Hitler lhe foi apresentado, ele reconheceu imediatamente o seu homem, e disse para seus perplexos ouvintes:

- Aqui está aquele de quem eu fui apenas o profeta e o precursor.
Coisas espantosas se passaram no círculo mais íntimo e secreto do Grupo Thule, numa série de sessões mediúnicas (Ravenscroft chama-as, indevidamente, de sessões espíritas...), das quais participavam dois sinistros generais russos e outras figuras tenebrosas.
A médium, descoberta por certo Dr. Nemirocitch-Dantchenko, era uma pobre ignorante camponesa, dotada de variadas faculdades. Expelia pelo órgão genital enormes quantidades de ectoplasma, do qual se formavam cabeças de entidades materializadas que, juntamente com outras, incorporadas na médium, transmitiam instruções ao círculo de "eleitos".
Certa manhã de setembro de 1912, Walter Stein e seu jovem amigo Adolf Hitler subiram juntos as escadarias do museu Hofburg. Em poucos minutos encontravam-se diante da Lança de Longinus, posta, como sempre, no seu estojo de desbotado veludo vermelho. Estavam ambos profundamente emocionados, por motivos diversos, é claro, mas, seja como for, o disparador daquelas emoções era a misteriosa lança. Dentro em pouco, Hitler parecia Ter passado a um estado de transe, "um homem – segundo Ravenscroft – sobre o qual algum espantoso encantamento mágico havia sido atirado" . Tinha as faces vermelhas e seus olhos brilhavam estranhamente. Seu corpo oscilava, enquanto ele parecia tomado de inexplicável euforia.

Toda a sua fisionomia e postura – escreve Rovenscroft, que ouviu a narrativa do próprio Stein – pareciam transformadas, como se algum poderoso Espírito habitasse agora a sua alma, criando dentro dele e à sua volta uma espécie de transfiguração maligna de sua própria natureza e poder.
Walter Stein pensou com seus botões: Estaria ele presenciando uma incorporação do Anticristo?
É difícil responder, mas é certo que terrífica presença espiritual ali estava mais do que evidente. Inúmeras outras vezes, em todo o decorrer de sua agitada existência, testemunhas insuspeitas e desprevenidas haveriam de notar fenômenos semelhantes de incorporação, especialmente quando Hitler pronunciava discursos importantes ou tomava decisões mais relevantes.

Ao narrar o fenômeno a Ravenscroft, 35 anos depois, o Dr. Stein diria que:
-...Naquele instante em que pela primeira vez nos postamos juntos, de pé, ante a Lança de Longinus, pareceu-me que Hitler estava em transe tão profundo que passava por uma privação quase completa de seus sentidos e um total eclipse de sua consciência.

Hitler sabia muito bem da sua condição de instrumento de poderes invisíveis. Numa entrevista à imprensa, documentou claramente esse pensamento, ao dizer:
Movimento-me como um sonâmbulo, tal como me ordena a Providência.
Havia nele súbitas e tempestuosas mudanças de atitude. De uma placidez fria e meditativa, explodia, de repente, em cólera, pronunciando, alucinadamente, uma torrente de palavras, com emoção e impacto, especialmente quando a conversa enveredava pelos temas políticos e raciais. Stein presenciou cenas assim no velho café em que costumava encontrar-se com seu amigo, em Viena, ali por volta de 1912/1913. Passada a explosão, Hitler recolhia-se novamente ao seu canto, como se nada tivesse ocorrido.

Naqueles estados de exaltação, transformava-se o seu modo de falar e sua palavra alcançava as culminâncias da eloqüência e da convicção. Era como se um poder magnético a elas se acrescentasse, de tal forma que ele facilmente dominava seus ouvintes. Seus próprios companheiros notariam isso mais tarde, em várias oportunidades.
Ao se ouvir Hitler – escreveu Gregor Strasser, um ex-nazista – tem-se a visão de alguém capaz de liderar a humanidade à glória. Uma luz aparece numa janela escura. Um homem com um bigode cômico transforma-se em arcanjo. De repente, o arcanjo se desprende e lá está Hitler sentado, banhado em suor, com os olhos vidrados.
Tudo fora muito cuidadosamente planejado e executado, inclusive com os sinais identificadores, para que ninguém tivesse dúvidas. Nas trágicas sessões mediúnicas do Grupo Thule, fora anunciado que o Anticristo se manifestaria depois que seu instrumento passasse por uma ligeira crise de cegueira. Isto se daria ali por volta de 1921, e seu médium teria, então, 33 anos.

Aos 33 anos de idade, em 1921, depois de recuperado de uma cegueira temporária, Hitler assumiu a incontestável liderança do Partido Nacional Socialista, que o levaria ao poder supremo na Alemanha, e, quase, no mundo.
De tanto investigar os mistérios e segredos da história universal, em conexão com os poderes invisíveis, Hitler se convenceu de realidades que escapam à maioria dos seres humanos. A história é realmente o reflexo de uma disputa entre a sombra e a luz, representadas, respectivamente, pelos Espíritos que desejam o poder a qualquer preço e por aqueles que querem implantar na Terra o reino de Deus, que anunciou o Cristo.
Hitler sabia, por exemplo, que os Espíritos trabalham em grupos, segundo o seus interesses e por isso se reencarnam também em grupos, enquanto seus companheiros permanecem no mundo espiritual – na sombra ou na luz, conforme seus propósitos – apoiando-se mutuamente. Não é à toa que Göering e Goebbels, como vimos, reconheciam-se como velhos companheiros de Hitler. Este, por sua vez, estava convencido de que um grupo enorme de Espíritos, que se encarnara no século IX, voltara a encarna-se no século XX. O notável episódio ocorrido com o eminente General Von Moltke parece confirmar essa idéia.

Vamos recordá-lo, segundo o relato de Ravenscroft.

Foi ainda na Primeira Guerra Mundial. No imenso e trágico tabuleiro de xadrez em que se transformara a Europa, havia um plano militar secreto, sob o nome de Plano Schlieffen, que previa a invasão da França através da Bélgica, antes que a Russia estivesse em condições de entrar em ação.

Helmuth Von Moltke era Chefe do Estado-Maior do Exército Alemão, sob o Kaiser. Coube-lhe a responsabilidade de introduzir alguns aperfeiçoamentos no plano e aguardar o momento de pô-lo em ação, se e quando necessário. O momento chegou em junho de 1914. Jogava-se a sorte da Europa. Von Moltke passou a noite em claro, na sede do Alto Comando, tomando as providências de última hora para que o plano entrasse em ação imediatamente. Estudava mapas, expedia ordens, conferenciava com seus oficiais. O destino de sua pátria estava em suas mãos e ele sabia disso. No auge da atividade, o eminente General perdeu os sentidos sobre a mesa de trabalho. Parecia Ter tido um enfarte. Chamaram um médico, enquanto seus camaradas, muito apreensivos depositavam o seu corpo no sofá.
Nenhuma doença foi diagnosticada. Na verdade, Von Moltke estava em transe. Sua metódica e brilhante inteligência não previra a interferência da mão do destino, como diz Ravenscroft. Ou seria a mão de Deus?

Julgou-se, a princípio, que o poderoso General estivesse morrendo. Mal se percebia sua respiração e o coração apenas batia o necessário para manter a vida; olhos abertos vagavam, apagados, de um lado para outro. O eminente General Helmuth Von Moltke estava experimentando uma crise espontânea de regressão de memória, durante a qual em vívidas imagens que se desdobravam diante de seus olhos espirituais, ele se viu como um dos Papas do século IX, Nicolau I, o Grande, que a Igreja canonizou. Há estranhas "coincidências" aqui. Segundo os historiadores, Nicolau ascendeu ao trono papal mais por influência do Imperador Luis II do que pela vontade do clero. Lembra-se o leitor de que Luiz II foi o mesmo que protegeu o incrível Landulf, príncipe de Cápua? E que Landuf, um milênio depois, seria Adolf Hitler?
Nicolau foi um papa enérgico e brilhante. Governou somente nove anos incompletos, de 858 a 867, mas teve de tomar decisões momentosas e que exerceram profunda influência na História. Foi no seu tempo que se definiu mais nitidamente a tendência separatista entre as igrejas do ocidente e a do oriente. Foi ele quem elevou a novas culminâncias a doutrina da plenitude do poder papal. Segundo seu pensamento, o imperador era apenas um delegado, incumbido do poder civil.
Enquanto essas vivências desfilavam diante de seus olhos, Von Moltke, ainda estendido no sofá, vivia a curiosa experiência de estar situado entre duas vidas; separadas por mil anos. Em torno dele, entre as ansiosas figuras de seus generais, ele identificava alguns de seus antigos cardeais e bispos. Uma das personalidades que ele também identificou naquele desdobramento foi a de seu tio, o ilustre Marechal- de- Campo, também chamado Helmuth Von Moltke, o maior estrategista de sua época e que lutou na guerra de 1870. Fora também uma das poderosas figuras medievais, o Papa Leão IV, o chamado pontífice-soldado, que organizou a defesa de Roma e comandou seus próprios exércitos.
Outra figura identificada foi o General Von Schlieffen, autor do famoso plano Schlieffen, que também experimentara as culminâncias do poder papal, sob o nome de Bento II.

Ao despertar de sua singular experiência com o tempo, o General Von Moltke estava abalado até às raízes de seu ser. Caberia a ele, um ex-Papa, deslanchar todo aquele plano de destruição e matança? Se não o fizesse, o que aconteceria à sua então pátria?

Diz Ravenscroft que, após se reformas, Von Moltke escreveu minucioso relato daquela experiência notável. Também ele se deixou envolver pelo misterioso fascínio da Lança de Longinus, que certa vez visitou em companhia de outro General, seu amigo; e, segundo o escritor inglês, conseguiu apreender o verdadeiro sentido e importância daquela peça, "como um poderoso símbolo apocalíptico".

Acreditava ele que se deveram à sua própria atitude negativa, como Nicolau I, em relação ao intercâmbio com o mundo espiritual, os trágicos desenganos que se sucederam na História subseqüente, a começar pela separação da cristandade em duas e o progressivo abandono da realidade espiritual em favor das doutrinas materialistas, que "virtualmente aprisionaram a criatura no mundo fenomênico da medida, do número, do peso, tornando a própria existência da alma humana objeto de dúvida e debate" (Ravenscroft).

Por isso tudo, ao se erguer do sofá, Von Moltke era outra criatura. Como explicar tudo aquilo aos seus companheiros? Que decisões tomar agora, na perspectiva do tempo e dos lamentáveis enganos que havia cometido no passado, em prejuízo do curso da História? Parece, no entanto, que não dispunha de alternativa. Como Longinus, tinha de praticar um ato de aparente violência, para contornar uma crueldade maior. Tudo continuou como fora planejado, mas o Chefe do Estado-Maior não continuou como fora. Aliás, ao ser elevado àquela posição pela sua inesgotável e indiscutível capacidade profissional, houve dúvidas, em virtude do seu temperamento meditativo e tranqüilo. Seria realmente um bom General no momento de crise que exigisse decisões drásticas? Era o que se perguntavam seus adversários, mesmo reconhecendo sua enorme autoridade técnica. Ao se retirar do comando, diz Ravenscroft que ele era um homem arrasado, porque mais do que nunca estava consciente da tragédia de viver num mundo em que a violência e a matança pareciam ser os únicos instrumentos capazes de "despertar a humanidade para as realidades espirituais".
Após a sua desencarnação, em 1916, com 68 anos de idade, Von Moltke passou a transmitir uma série de comunicações através da mediunidade de sua esposa Eliza Von Moltke. Ah! que documento notável deve ser esse! Foi numa dessas mensagens que o Espírito do antigo Chefe do Estado-Maior informou que o Führer do Terceiro Reich seria Adolf Hitler, àquela época um obscuro e agitado político, aparentemente sem futuro. Foi também ele que, em Espírito, confirmou a antiga encarnação de Hitler como Landulf de Cápua, o terrível mágico medieval que vinha agora repetir, nos círculos mais fechados do Partido, os rituais de magia negra, cujo conhecimento trazia nos escaninhos da memória integral.
Faltavam ainda algumas peças importantes para consolidar as conquistas do jovem Hitler, mas todas elas apareceriam no seu devido tempo e executariam as tarefas para as quais haviam sido rigorosamente programadas nos tenebrosos domínios do mundo espiritual inferior. O General Eric Ludendorff seria uma delas. Von Moltke identificou-o com outro papa medieval, que governou sob o nome de João VIII, que Ravenscroft classifica como "o pontífice de mais negra memória que se conhece em toda a história da Igreja Romana, que, como amigo de Landulf de Cápua, ajudou-o nas suas conspirações no século IX". Novamente, sob as vestes de Eric Ludendorff, o antigo Papa daria a mão para alçar Landulf (agora Adolf) ao poder.

Outro elemento importante, nessa longa e profunda reiniciação de Hitler, foi Karl Haushofer, que, no dizer de Ravenscroft, "não apenas sentiu o hálito da Besta Apocalíptica 3 no controle do ex-cabo demente, mas também buscou, conscientemente e com maligna intenção, ensinar a Hitler como desatrelar seus poderes contra a humanidade, na tentativa de conquistar o mundo".
É um tipo estranho e mefistofélico esse Haushofer, mas, se fôssemos aqui estudar todo o elenco de extravagantes personalidades que cercaram Hitler, seria preciso escrever outro livro.
Diz, porém, Ravenscroft que foi Haushofer quem despertou em Hitler a consciência para o fato de que operavam nele as motivações da " Principalidade Luciferina", a fim de que "ele pudesse torna-se veículo consciente da intenção maligna no século vinte". (destaque do autor)
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...