sábado, 17 de setembro de 2011

ORAÇÕES E PRECES PARA XANGÔ




Poderoso Orixá de Umbanda,
Pai, companheiro e guia.
Senhor do equilíbrio e da justiça.
Auxiliar da Lei do Carma,
Só tu, tens o direito de acompanhar pela eternidade,
Todas as causas, todas as defesas, acusações e eleições,
Promanadas das ações desordenadas, ou dos atos impuros e benfazejos que praticamos.
Senhor de todos os maciços e cordilheiras,
Símbolo e sede da tua atuação planetária no físico e astral.
Soberano Senhor do Equilíbrio, da equidade,
Velai pela inteireza do nosso caráter.
Ajude-nos com sua prudência.
Defenda-nos das nossas perversões,
Ingratidões, antipatias, falsidades,
Incontenção da palavra e julgamento indevido dos atos
Dos nossos irmãos em humanidade.
Só Tu és o grande Julgador.

Kaô Cabecilê Xangô.

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Bondoso São Jerônimo, o vosso nome Xangô, nos terreiros de Umbanda, desperta as mais puras vibrações. Protegei-nos, Xangô, contra os fluidos grosseiros dos espíritos malfazejos,
amparai-nos nos momentos de aflição, afastai de nossa pessoa todos os males que forem
provocados pelos trabalhos de magia negra.
Rogamo-vos, também, São Jerônimo, usar de nossa influência caridosa junto às mentes daqueles que por ambição, ignorância ou maldade, praticam o mal contra os seus irmãos empregando as forças elementais e astrais inferiores. Iluminai a mente desses irmãos, Afastando-os do erro e conduzindo-os à prática do bem.
Assim Seja!
Kaô Cabecilê

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Kaô meu Pai, Kaô O Senhor que é o Rei da Justiça,
faça valer por intermédio de seus doze ministros,
a vontade Divina,
purifique minha alma na cachoeira.
Se errei, conceda-me a luz do perdão.
Faça de seu peito largo e forte meu escudo,
para que os olhos de meus inimigos não me encontrem.
Empresta-me sua força de guerreiro,
para combater a injustiça e a cobiça.
Minha devoção ofereço.
Que seja feita a justiça para todo o sempre
É meu Pai e meu defensor,
conceda-me a graça de receber sua luz
e de receber sua proteção.
Kaô meu Pai Xangô, Kaô


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Oh! Senhor dos Trovões. Pai da Justiça e da retidão. Orixá que abençoa os injustiçados e castiga os mentirosos e caluniadores.
Defenda, meu Senhor, minha casa, minha família dos inimigos ocultos, dos ladrões e dos mentirosos.
Oh! Xangô rogo-te as vibrações de amor e misericórdia, Pai da dinastia humana, livra-me de todo escândalo.

Pai Xangô

Xangô é o Orixá da Justiça e seu campo preferencial de atuação é a razão, despertando nos seres o senso de equilibrio e eqüidade, já que só conscientizando e despertando para os reais valores da vida a evolução se processa num fluir contínuo.

Comentar sobre o Orixá Xangô é dispensável pois é muito conhecido dos praticantes de Umbanda. Logo, nos limitamos a comentar alguns de seus aspectos.

O Trono Regente Planetário se individualiza nos Sete Tronos Essenciais, que projetam-se energética, magnética e vibratóriamente e criam sete linhas de forças ou irradiações bipolarizadas, pois surgem dois pólos diferenciados em positivo e negativo, irradiante e absorvente, ativo e passivo, masculino e feminino, universal e cósmico.

Uma dessas projeções é a do Trono da Justiça Divina que, ao irradiar-se, cria a linha de forças da Justiça, pontificada por Xangô e Egunitá (divindade natural cósmica do Fogo Divino).

Na linha elemental da Justiça, ígnea por excelência, Xangô e Egunitá são os pólos magnéticos opostos. Por isto eles se polarizam com a linha da Lei, que é eólica por excelência.

Logo, Xangô polariza-se com a eólica Iansã e Egunitá polariza-se com o eólico Ogum, criando duas linhas mistas ou linhas regentes do Ritual de Umbanda Sagrada.

O Orixá Xangô é o Trono Natural da Justiça e está assentado no pólo positivo da linha do Fogo Divino, de onde se projeta e faz sugir sete hierarquias naturais de nível intermediário, pontificadas pelos Xangôs regentes dos pólos e níveis vibratórios intermediários da linha de forças da Justiça Divina

Èstes sete Xangôs são Orixás Naturais; são regentes de níveis vibratórios; são multidimencionais e são irradiadores das qualidades, dos atributos e das atribuições do Orixá maior Xangô.

Eles aplicam os aspectos positivos da justiça divina nos níveis vibratórios positivos e polarizam-se com os Xangôs cósmicos, que são os aplicadores dos aspéctos negativos da justiça divina. Como, na Umbanda, quem lida com os regentes desses aspectos são os Exus e as Pomba-giras, então não vamos comentá-los e nos limitaremos aos regentes dos pólos positivos intermediários, que formam suas hierarquias de Orixás Intermediadores, que pontificam, na Umbanda, as linhas de trabalhos espirituais.

Estes Xangôs intermediários, tal como todos os Orixás Intermediários, possuem nomes mântricos que não podem ser abertos ao plano material. Muitos os chamam de Xangô da Pedra Branca, Xangô Sete Pedreiras, Xangô dos Raios, Xangô do Tempo, Xangô da Lei, etc. Enfim, são nomes simbólicos para os mistérios regidos pelos Orixás Xangôs intermediários. Só que quem usa estes nomes simbólicos não são os regentes dos pólos magnéticos da linha da Justiça, e sim os seus intermediadores, que foram "humanizados" e regem linhas de caboclos que manifestam-se no Ritual de Umbanda Sagrada comandando as linhas de trabalhos de ação e de reação. Eles são os aplicadores "humanos" dos aspectos positivos da Justiça Divina.


OFERENDA:

Velas brancas, vermelhas e marrom; cerveja escura, vinho tinto doce e licor de ambrosia; flores diversas, tudo depositado em uma cachoeira, montanha ou pedereira.

Animismo e Mediunidade


                                     
  • Definição de animismo
    
A palavra ANIMISMO vem do latim ANIMA que significa alma e foi usada, pela primeira vez, por Alexander Aksakov em seu livro “Animismo e Espiritismo” para designar “todos os fenômenos intelectuais e físicos que deixam supor uma atividade extracorpórea ou à distância do organismo humano e, mais especialmente, os fenômenos mediúnicos que podem ser explicados por uma ação que o homem vivo exerce além dos limites do corpo.”
   André Luiz em seu livro “Mecanismos da Mediunidade”, pela psicografia de Francisco Cândido Xavier, define animismo como sendo “o conjunto dos fenômenos psíquicos produzidos com a cooperação consciente ou inconsciente dos médiuns em ação.” Já Richard Simonetti em seu livro “Mediunidade – Tudo o que você precisa saber”, diz que animismo, “na prática mediúnica, é algo da alma do próprio médium, interferindo no intercâmbio.”
    Ramatis no livro “Mediunismo”, pela psicografia de Hercílio Maes, diz que “animismo, conforme explica o dicionário do vosso mundo, é o “sistema fisiológico que considera a alma como a causa primária de todos os fatos intelectivos e vitais”.

   “O fenômeno anímico, portanto, na esfera de atividades espíritas, significa a intervenção da própria personalidade do médium nas comunicações dos espíritos desencarnados, quando ele impõe algo de si mesmo à conta de mensagens transmitidas do Além-Túmulo.”
   Partindo de definições como estas o termo passou a ser usado de forma negativa e pejorativa para tudo aquilo que fosse produzido por um médium, mas que não tivesse qualquer contribuição ou participação de espíritos desencarnados. Com essa definição o animismo passou a ser o pesadelo de todos os médiuns, especialmente os iniciantes, por ser usado como sinônimo de mistificação e fraude.

  • Animismo e mistificação
   
No entanto, mistificação é outra coisa completamente diferente, caracterizada pela fraude consciente do médium e a simulação premeditada do fenômeno mediúnico, com intenção de enganar os outros. Médium mistificador, portanto, é aquele que FINGE, premeditada e conscientemente, estar em transe mediúnico, recebendo comunicação de espíritos desencarnados quando, na verdade, está apenas inventando a mensagem para impressionar ou agradar as pessoas que estão à sua volta.
   A atuação anímica do médium, por sua vez, acontece de forma quase sempre insconsciente, de modo que o próprio médium dificilmente consegue perceber a sua própria interferência ou participação no fenômeno que manifesta, não conseguindo separar o que é seu do que é criação mental do comunicante, mesmo quando o fenômeno, em si, é consciente.
  É o que nos diz Hermínio C. Miranda em seu livro “Diversidade dos Carismas”, quando afirma que“o fenômeno fraudulento nada tem a ver com animismo mesmo quando inconsciente. Não é o espírito do médium que o está produzindo através de seu corpo mediunizado, para usar uma expressão dos próprios espíritos, mas o médium como ser encarnado, como pessoa humana, que não está sendo honesto nem com os assistentes nem consigo mesmo. O médium que produz uma página por psicografia automática, com os recursos do seu próprio inconsciente não está, necessariamente, fraudando e sim, gerando um fenômeno anímico. É seu espírito que se manifesta. Só estará sendo desonesto e fraudando se desejar fazer passar sua comunicação por outra, acrescentando-lhe uma assinatura que não for a sua ou atribuindo-a, deliberadamente, a algum espírito desencarnado.”

  • Animismo como coadjuvante no fenômeno mediúnico
   
Quando Kardec, ainda no “O Livro dos Médiuns”, pergunta aos espíritos se “o espírito do médium influi nas comunicações de outros espíritos que ele deve transmitir”, recebe a seguinte resposta: “Sim, pois se não há afinidade entre eles, o espírito do médium pode alterar as respostas, adaptando-as às suas próprias idéias e às suas tendências.” Em seguida, Kardec lhes pergunta se “é essa a causa da preferência dos espíritos por certos médiuns”, ao que os espíritos respondem: “Não existe outro motivo. Procuram intérprete que melhor simpatize com eles e transmita com maior exatidão o seu pensamento.” 

 Vemos, portanto, que mais que parte integrante, o animismo é, até certo ponto, condição necessária para o fenômeno mediúnico, garantindo a sintonia adequada para que a transmissão seja o mais fiel possível às idéias do comunicante. Sem o conteúdo do médium é muito mais difícil para o espírito transmitir-lhe suas idéias e o que pretende com elas. De posse do conteúdo mental e até emocional do médium, no entanto, torna-se muito mais fácil para o espírito fazer-se entendido podendo, assim, transmitir com mais naturalidade e desenvoltura o seu raciocínio.
No livro “Mediunismo”, Ramatis nos diz que “mesmo na vida física é necessário ajustar-se cada profissional à tarefa ou responsabilidade que favoreça o melhor êxito ou eficiência para alcance dos objetivos em foco. (…) Da mesma forma, o espírito do médico desencarnado logrará mais êxito ao se comunicar com o mundo material, se dispuser de um médium que também seja médico. Quando o médium e o espírito manifestante afinizam-se pelos mesmos laços intelectivos e morais, ou coincide semelhança profissional, as comunicações mediúnicas tornam-se flexíveis, eloqüentes e nítidas. (…) Os espíritos não se preocupam em eliminar radicalmente o animismo nas comunicações espíritas porque o seu escopo principal é o de orientar os médiuns, aos poucos, para as maiores aquisições espirituais, morais e intelectivas, a ponto de poderem endossar-lhes, depois, as comunicações anímicas, como se fossem de autoria dos desencarnados.”
Notamos, assim, que a preocupação com o animismo é muito mais de médiuns e dirigentes, do que dos espíritos que se comunicam nas reuniões mediúnicas. 

  • Mediunidade consciente, semiconsciente e inconsciente
   
Mediunidade consciente é aquela em que o médium, como o próprio nome diz, permanece consciente durante todo o transe, registrando a mensagem e quase tudo o que se passa à sua volta durante a comunicação e participando ativa e conscientemente do fenômeno, imprimindo à mensagem muito de suas características pessoais. Neste caso, a comunicação se faz mente a mente, telepática e/ou energeticamente, sem o desdobramento do médium. Mais de 70% dos médiuns apresentam este tipo de fenômeno.

Mediunidade inconsciente é aquela em que, ao contrário da anterior, o médium, a partir da ligação com o espírito comunicante, fica inconsciente, incapaz de registrar qualquer parte da mensagem ou mesmo de qualquer coisa que ocorra à sua volta durante o transe. Neste caso, o médium é totalmente afastado de seu corpo físico, permanecendo projetado durante a comunicação, e o espírito assume o comando do órgão físico correspondente ao tipo de mensagem (psicografia – braço e mão; psicofonia – garganta; ectoplasmia – cérebro) a ser transmitida, sem que o conteúdo da mensagem passe pela sua mente.
 Entre as duas, poderíamos citar a mediunidade semiconsciente que é aquela em que o médium percebe o que se passa à sua volta, mas não é capaz de registrar completamente todos os detalhes, nem mesmo da mensagem que está transmitindo. Neste caso o médium é afastado parcialmente de seu corpo físico e o comunicante se coloca entre este e o seu perispírito, ligando-se tanto com a sua mente como com o órgão físico correspondente ao tipo de mensagem, atuando duplamente.
 Importante notar que fenômeno mediúnico consciente não é o mesmo que fenômeno anímico. 
No fenômeno consciente, a mensagem não é do médium, embora ele esteja consciente de todo o processo e participe do fenômeno que ocorre com ele, sem interferir no seu conteúdo, sem deturpar a idéia central da mesma. O estilo, o vocabulário, a forma e o tom da mensagem são seus, mas o tema, a idéia, a essência e o conteúdo são da entidade. Por este motivo, médiuns conscientes costumam transmitir mensagens muito parecidas em termos de estilo e forma, porque é mais ou menos como se recebecem dos mentores um tema e alguns tópicos para redação e coubesse a eles desenvolvê-los, com seu jeito e palavras.
    Já no fenômeno anímico, é o espírito do próprio médium que se comunica e dá a mensagem através de seu próprio corpo em transe, na maioria das vezes sem que tenha consciência de que é ele mesmo que está passando a mensagem, mesmo que esteja consciente do fenômeno e durante o fenômeno. Ou seja, ele pode até estar consciente de tudo, mas não tem consciência de que é ele mesmo que está se comunicando e transmitindo uma mensagem. Ele pode acompanhar o desenrolar da comunicação, mas não sabe que o comunicante é ele mesmo, ou uma porção inconsciente de sua própria consciência ou espírito…
 Importante ressaltar também que é possível a espíritos encarnados se afastarem de seu corpo físico, em desdobramento ou projeção, e se manifestarem por intermédio de outros encarnados que sejam médiuns sem que, no entanto, este seja um fenômeno anímico. Na verdade, este é um fenômeno mediúnico entre encarnados (ou entre vivos como, incorretamente, se convencionou chamar, já que vivos somos todos encarnados e desencarnados), pois caracteriza-se pela interação espiritual de duas consciências encarnadas diferentes.

Por Maísa Intelisano  

Médium / Mediunidade


                      
  •  Definição de mediunidade:
Segundo o espiritismo é a faculdade natural que permite ao homem  comunicar-se  com  os espíritos.

  • Definição de médium:
Médium é todo aquele que serve de intermediário para que se processe  um fenômeno de comunicação ou atuação dos espíritos, num grau qualquer.

  •  A mediunidade é uma faculdade natural, inerente ao ser humano que independe do ser humano e da religião e se faz presente em todas as épocas. Os fenômenos mediúnicos sempre existiram sendo  analisados conforme o conhecimento de cada individuo e sua época. A Bíblia é um dos maiores exemplos de mediunidade e fenômenos mediúnicos em épocas remotas.

Essa é apenas uma breve notificação sobre os mediuns e a mediunidade.

Mediunidade na infância


  A mediunidade, ao contrário do que muitos pensam, não é um dom sobrenatural. É uma faculdade que nos permite entrar em contato com os espíritos e com o mundo espiritual. Toda pessoa a possui, em maior ou menor grau, manifestando-a, muitas vezes, sem se dar conta. Mas, no campo de estudos do fenômeno mediúnico, designamos como médiuns aqueles que apresentam sua mediunidade de forma ostensiva, passível de ser analisada e até mesmo comprovada. Ser médium, neste sentido, não significa ser privilegiado ou mais evoluído, afinal, essa faculdade independe das condições morais do indivíduo. Sendo assim, frequentemente encontramos pessoas de moral duvidosa dotadas de expressiva capacidade mediúnica, enquanto outras, de conduta irrepreensível, mesmo sendo bastante influenciadas pelos espíritos mais elevados, são incapazes de produzir o menor fenômeno de efeito físico.
 Com relação à reencarnação, O Livro dos Espíritos nos explica que a união da alma com o corpo começa na concepção, mas não se completa senão no momento do nascimento. Desde o momento da concepção, o espírito designado para habitar tal corpo a ele se liga por um laço fluídico, que vai se fortalecendo cada vez mais, até que a criança nasça. Ainda em O Livro dos Espíritos, na questão 351, foi perguntado se no intervalo entre a concepção e o nascimento o espírito gozaria de todas as suas faculdades. Os espíritos respondem: “Mais ou menos, de acordo com a época, porque ele não está ainda encarnado, mas vinculado. Desde o instante da concepção, a perturbação começa a se assenhorear do Espírito, advertindo-o de que é chegado o momento de tomar uma nova existência; essa perturbação vai crescendo até o nascimento. Nesse intervalo, seu estado é pouco próximo ao de um Espírito encarnado durante o sono do corpo. À medida que o momento do nascimento se aproxima, suas idéias se apagam, assim como a lembrança do passado da qual não tem mais consciência, como homem, uma vez entrando na vida; mas essa lembrança lhe volta pouco a pouco à memória, no seu estado de Espírito”. Uma vez reencarnado, o espírito não recobra imediatamente suas faculdades. Estas se desenvolvem gradativamente, de acordo com o desenvolvimento dos órgãos. O espírito age de acordo com o instrumento (o corpo), com a ajuda do qual pode se manifestar. 
A mediunidade é a faculdade que tem um indivíduo de se comunicar com o mundo físico e o mundo espiritual. Devemos encarar a mediunidade como uma benção que Deus nos dá, pois é uma oportunidade de trabalho na Seara do Bem, onde iremos resgatar débitos do passado. Possuir sensibilidade mediúnica não implica em ser privilegiado ou mais evoluído, afinal, essa faculdade independe das condições morais do indivíduo. Sendo assim, frequentemente, se encontra pessoas de moral duvidosa dotadas de expressiva capacidade mediúnica, enquanto outras, de conduta irrepreensível e dedicadas a Deus, são incapazes de produzir o menor fenômeno.
A mediunidade infantil é um tema que instigou e ainda instiga alguns pesquisadores espiritualistas. Até mesmo Allan Kardec se preocupou em abordar o tema em O Livro dos Médiuns.Recentemente, a mídia brasileira explorou bastante este assunto. A Rede Globo de Televisão exibiu, em horário nobre, a novela Páginas da Vida, onde os personagens mirins, Clara e Francisco, viam e até conversavam com a mãe desencarnada. O cinema também soube explorar muito bem este tema por meio da película O Sexto Sentido, onde o garoto de 8 anos, Cole Sear, interpretado pelo ator Haley Joel Osment, é um médium que vê, constantemente, “pessoas mortas” que lhe procuram em busca de ajuda para solucionar assuntos mal resolvidos, pendências que lhes afligem o coração.
 Mas as estórias de crianças médiuns não ficam apenas na ficção. Temos relatos de médiuns famosos, como o nosso querido Chico Xavier, que desde os 5 anos de idade conversava com sua mãe, desencarnada, que o socorria quando sua madrinha lhe infligia maus tratos. A consagrada médium Yvonne Pereira manifestou sua mediunidade ainda criança, e aos quatro anos já falava com espíritos. Divaldo Pereira Franco, médium e palestrante espírita, declara ver espíritos desde criança, e que, aos quatro anos de idade viu a avó desencarnada, Dona Maria Senhorinha. Inclusive, Divaldo Franco tinha como companheiro na infância um indiozinho de nome Jaguaruçu. Conforme sua declaração “Jaguaruçu me apareceu quando eu contava cinco anos e se apresentava com a mesma idade que eu. À medida que eu crescia, ele também. Brincávamos, corríamos e conversávamos muito, a ponto de os meus familiares ficarem estranhando eu conversar, sorrir e correr sozinho. Eu lhes falava, mas só minha mãe acreditava. Quando eu completei doze anos, ele me disse que iria preparar-se para reencarnar, o que me causou uma grande dor e um susto, por identificar que ele não era uma criança física. Posteriormente, quando eu comecei a exercer a mediunidade com a consciência doutrinária, ele se comunicou várias vezes em nossas reuniões até 1949, quando anunciou que iria reencarnar. Eu o reencontrei na sua nova jornada e nos identificamos muito. Ele viveu 38 anos e já desencarnou, continuando a aparecer-me, porém, agora com as características da existência recentemente encerrada”.

 Não podemos esquecer de ressaltar as irmãs Fox: Kate, então com onze anos e Margareth, com catorze. Elas deram uma contribuição memorável aos estudos do mundo espiritual, a partir do momento que passaram a ouvir sons semelhantes a arranhões nas paredes, assoalhos e móveis em sua casa, no vilarejo de Hydesville, Estado de New York. A partir daí, Kate, em sua astúcia de criança, desafiou o mundo invisível se comunicando com os espíritos por meio de estalos de dedos, no qual a resposta foi imediata. A cada estalo, um golpe era ouvido a seguir. Assim, estabelecia a “telegrafia espiritual”, acontecimento histórico ocorrido na noite de 31 de março de 1848.
 Em janeiro de 2007, a revista IstoÉ fez uma matéria de capa intitulada Mediunidade Infantil – Crianças que falam com espíritos. Nesta matéria, pudemos ler como a Ciência vê estes fenômenos. A psicanalista Ana Maria Sigal, coordenadora do grupo de trabalho em psicanálise com crianças, do Instituto Sedes Sapientiae, tem a seguinte visão: "Há momentos em que a ilusão predomina e a criança transforma em real o que é apenas o seu desejo inconsciente. Ao brincar com um amigo imaginário, ela nega a solidão e cria um espaço no qual é dona e senhora. Já falar com parentes falecidos é uma forma de negar uma realidade dolorosa e se sentir onipotente, capaz de reverter a morte". Esta opinião não é unânime na medicina, pois como sabemos há médicos adeptos ao Espiritismo, tendo uma visão mais ampla e cuidando, também, do lado espiritual do paciente.
 Mas, até que idade uma criança poderia apresentar a mediunidade de forma espontânea e ostensiva? Richard Simonetti, conceituado escritor e palestrante espírita, explica que “até os sete anos, antes que complete o processo reencarnatório, o espírito conserva algumas percepções espirituais e pode ter experiências de contato com o Além, sem que seja propriamente um médium. Essa sensibilidade tende a desaparecer e vai ressurgir na adolescência, se ela realmente tiver mediunidade”.
E como saber se a criança é realmente médium ou se o que ela narra é fruto de sua imaginação? Simonetti esclarece que “em princípio, é difícil definir. O melhor é não interferir, tratando com naturalidade a criança. A tendência é o fenômeno desaparecer, quer porque a criança se desinteressou em relação ao amigo imaginário, quer por que perdeu o contato com ele, a partir da consolidação reencarnatória”.    
   
 Não é sempre que uma criança médium tem visão de coisas boas, como um ente querido ou um amigo espiritual. Temos casos em que a visão é de antigos desafetos de vidas passadas, que procuram prejudicá-la em busca de vingança.
 Quando a criança não é compreendida pelos pais, sendo considerada como louca, perturbada ou vítima do demônio, a situação pode se complicar, trazendo como agravante profundos desequilíbrios psicológicos e emocionais. Vale ressaltar que muitas crianças só voltam a ter uma “vida normal” quando passam a freqüentar um centro espírita, recebendo os benefícios dos passes, das palestras e do culto do evangelho no lar.
 A mediunidade, em certos casos, pode ser provocada, o que não é aconselhável de maneira alguma no caso das crianças. Agnes Henriques, autora do livro Mediunidade em Crianças, escreveu em sua obra que em determinada época de sua infância participou da brincadeira do copo. Esta brincadeira tem as letras do alfabeto em pedacinhos de papel, um copo no centro, e por meio de invocações a espíritos aguarda-se que alguma entidade responda as indagações, enquanto um dos participantes permanece com a mão imposta em cima do copo que circula pelas letras. Ela conta: “Quando pequena, presenciei através de uma sessão dessas a descoberta de um assassinato. Em mim já se apresentavam indícios de faculdades mediúnicas. Eu ouvia vozes, via algumas entidades, chegava a responder quando me chamavam nominalmente. Minha mãe, sempre nessas horas, me incentivava a orar. Muitas vezes orava comigo e eu saía tranqüila sabendo que era um acontecimento normal. Eu já havia sido alertada por ela da seriedade que deveríamos estar revestidos quando no trato com os espíritos, e sempre me afastava dos meus amigos quando eles resolviam brincar com o famoso copo”.
 Eu tinha uma vizinha que sempre reclamava que dormia mal, pois sua filha de 3 anos, chorava a noite toda, parecia ver algo que a assustava muito. Depois de algum tempo, convidei-a a levar sua filha no centro espírita que freqüentava. Naquela ocasião, quando a menina ia entrar na cabine de passes, ela gritava e segurava no portal com muita força. O pavor era visível em seu rosto. Toda semana ela levava a filha neste centro e até o terceiro passe a menina agia do mesmo jeito. A partir da quarta vez ela foi ficando mais amistosa, e daí por diante não mostrou mais resistência ao tratamento, passando a dormir bem a noite toda.

 Em uma entrevista pelo Centro Virtual de Divulgação e Estudo do Espiritismo, quando foi perguntado sobre o procedimento adequado diante de uma criança que vê constantemente determinada entidade e que se sente mal toda vez que recebe o passe, Agnes Henriques respondeu que “Normalmente nesses casos, a energização pelo passe, a água fluída e a oração são poderosos instrumentos de que se vale a espiritualidade na solução do problema (...) Os pais devem mostrar-se aptos a efetuar mudanças na conduta diária em seu recinto doméstico. Tudo que for para elevação do padrão vibracional deve ser cultivado, ao mesmo tempo em que se esforcem para afastar toda conduta que levar ao contrário (...) Se o pequenino demonstrar medo, é bom que os pais o acompanhem nas sessões necessárias ao tratamento espiritual, até que ele se acostume e encare com naturalidade tal fato. O ambiente da cabine de passes, ou locais destinados para tal, apesar de serem locais simples, destituídos de muita decoração, pode ser intimidante para uma criança que já deve estar assustada com os fatos que porventura estiverem lhe acontecendo. Normalmente, logo elas se acostumam, desde que os pais estejam tranqüilos e passem para elas essa tranqüilidade”.
 Vale ressaltar que o apoio familiar é de vital importância para que a criança consiga superar esta primeira fase da infância, quando poderá, na fase seguinte (dos 8 aos 12 anos), ter o conhecimento doutrinário e esclarecedor, caso a família venha a freqüentar um centro espírita que lhe proporcione este estudo, desenvolvendo assim, futuramente e com segurança, a mediunidade que porventura continue a se manifestar.
A falta de preparo de alguns pedagogos em lidar com a mediunidade faz com que as crianças não recebam a devida atenção que merecem. Infelizmente, ignorar o problema ou fingir que ele não existe é a saída mais prática para os educadores e a família. A escritora e ilustradora de livros infantis, Rita Foelker, que também psicografa obras mediúnicas, esclarece que: “A criança, como espírito encarnado, é naturalmente médium, sujeita a influências sobre seu humor e seu comportamento. Se os educadores aprendessem a lidar com essa realidade, muita coisa seria diferente, não só na sala de aula, como nas reuniões de pais e no encaminhamento de situações que, atualmente, dão trabalho e deixam os professores sem saber o que fazer. Algum dia será assim, mas quem começa a levar a realidade espiritual em conta tem visão de futuro e está alguns passos à frente”.       
Vários são os cuidados que se deve ter quando os pais notarem a mediunidade na criança, mas um é primordial e vale a pena repetir: jamais estimular a criança a desenvolver a mediunidade. Outras precauções também são importantes: não valorizar excessivamente o fenômeno; não ridicularizar a criança, pois pode deixá-la nervosa, provocando o seu afastamento e causando outros problemas; não demonstrar medo, o que irá deixar a criança insegura; e desacreditar simplesmente, sem apurar os fatos, pode deixá-la se sentindo mentirosa.
 O correto é prestar bem atenção nestas mudanças de comportamento da criança, analisando se suas visões são reais ou fazem parte de um mundo de fantasias, influenciadas por programas de televisão ou por necessitarem de afeto e atenção. A terapêutica espírita é muito eficaz nestes casos, e quando os pais não conhecem o assunto, o centro espírita tem pessoas capacitadas para a devida orientação e encaminhamento ao tratamento.
A mediunidade, para ser estimulada, não necessita de uma idade precisa. Tudo depende inteiramente do desenvolvimento físico e, ainda ,mais, do desenvolvimento moral, mas sabemos que para tudo na vida há o momento certo. Para finalizar, aconselho a todos os que desejam um aprofundamento maior no assunto, o estudo de O Livro dos Médiuns, de Allan Kardec.

Por Marco Tulio Michalick

Texto original publicado na Revista Cristã de Espiritismo, edição nº 48, ano 2007.

Umbanda é Crença espírita (espírito Ramatis)


O texto a seguir, é um trecho do Livro Jardim dos Orixás, ditado pelo espírito Ramatis. Suas palavras enfatiza que a Umbanda é de crença espírita, onde os seguidores de Kardec creem fielmente e de olhos fechado que a única crença espírita correta é o Kardecismo.

Vamos ao texto:

Bebamos o direito da fonte de luz para esclarecermos nossos raciocínios. Transcrevemos a seguir algumas palavras de Allan Kardec extraídas de O que é Espiritismo, obra de domínio público: 

“Doutrina hoje ensinada pelos espíritos nada tem de novo; seus fragmentos são encontrados na maior parte dos filósofos da Índia, do Egito e da Grécia, e se complementam nos ensinos de Jesus Cristo”.

“Sob o ponto de vista religioso, o espiritismo tem por base os verdadeiros ensinamentos de todas as religiões: Deus, a alma, a imortalidade, as penas e recompensas futuras. Mas é independente de qualquer culto particular. Seu fim é provar a existência da alma aos que negam ou que disso duvidam; demonstrar que elas sobrevivem ao corpo e que, após a morte, sofre as consequências do bem e do mal que tenha feito durante sua vida terrena – e isto é comum em todas as religiões.” 

“O Espiritismo prova a afirmação com os fatos materiais. Que prova podem dar de que isto seja impossível? Se o é, nem todas as negações do mundo impedirão que o seja, porque isto não é um sistema, nem uma teoria,  mais uma lei da natureza. E contra as leis da natureza é impotente a vontade dos homens”.

Umbanda é de crença espírita, diria Allan Kardec se estivesse encarnado entre nós? Com certeza diria que sim.

O que são Entidades Espirituais?


O que são Entidades Espirituais?

Por: Médiuns: Umbanda e Kardecismo.

Como já lemos as funções de algumas linhas de entidades da Sagrada Umbanda, agora, vamos saber o que são essas Entidades Espirituais.
Entidades espirituais é o nome dado a todos os espíritos que estão em uma determinada faixa de vibração astral que atuam dentro da Umbanda.
Esses espíritos são levados a fazerem parte de uma falange ou agrupamento de espíritos, conforme seu grau de evolução espiritual a fim de atuarem, aprenderem e evoluírem espiritualmente. E ainda, esses espíritos podem v ou voltar a reencarnar ou evoluir em um plano superior.
São as entidades que incorporam na Umbanda, uma vez que os Orixás não incorporam. Esses espíritos veem a Terra para executar os trabalhos ordenados pelos Orixás.
A falange chamada de “Sete Linhas”, constituída por Oxum, Iansã, Nanã, Iemanjá, Xangô, Obaluaê, Omolú – são espíritos de grande evolução que incorporam na Umbanda trazendo a energia direta do Orixá, ou seja, esses espíritos evoluídos são Caboclos, não o Orixá propriamente dito.
O culto do Orixá, a famosa energia da natureza, é desenvolvida pela religião de Nação, onde esses Orixás, forças da natureza se manifestam em seus filhos iniciados nas diversas nações da religião dita como afro.
Voltando a Sagrada Umbanda, após uma simples explicação sobre Entidades Espirituais e Orixás.
As Entidades Espirituais que trabalham na Umbanda se dividem em dois graus hierárquicos:
- Guias: São espíritos que podem ou não ser chefes de falange ou legião. São aqueles comuns dos terreiros de Umbanda, Eles, juntamente com seu médium trabalha pela caridade, independente dos tipos assuntos levados pelo seu consulente.
- Protetores: São espíritos que podem ou não incorporar, depende de sua vontade. Esses espíritos Protetores são de uma evolução muito grande e vivem em plano astral superior. São conhecidos também como “guardiões”. E ainda, para melhor entendimento, esses espíritos protetores são os primeiros de cada falange, ou seja, o primeiro da criação. Muitos deles passaram pela reencarnação milhões de anos, em épocas diferentes para terem a experiência aqui na Terra, como seres humanos. Mas, ao desencarnarem como todos retornam a sua morada no plano superior e voltam atuar como protetores ou guardiões.
Os grupos dos Espíritos Protetores se dividem em “falangeiro”, sendo que cada guia, chefe ou não de falange utilizam o nome do primeiro da criação. Um exemplo para compreender melhor os dois grupos, temos a grande e famosa Falange dos Exus Caveiras – Existiu e ainda existe o primeiro da criação de cada grupo, que sempre atuou no plano astral como guardião. Os espíritos Protetores são: Exu Caveira, Exu Tatá Caveira, Exu João Caveira, Exu Caveirinha, Exu José Caveira, Exu Rosa Caveira, entre outros – Essa falange possui seu “falangeiros” que utilizam seus nomes e respondem pelo primeiro da criação, ou seja, muitos deles, em sua maioria são Guias Espirituais e lembrando, nem sempre sabemos que esse ou aquele Exu é o primeiro da criação ou não.
Nesse caso, o Guia Espiritual atua no terreiro de Umbanda para evoluir e colaborar com a evolução de seu médium, mas sempre agindo conforme o primeiro da sua criação. 

Todas as entidades espirituais emanam da Divina Providência. Portanto, toda entidade espiritual é semelhante. Sua unidade é básica, suas diferenças são superficiais. 

"AS SETE LÁGRIMAS DE UM PRETO VELHO".


Num cantinho de um terreiro, sentado num banquinho, fumando o seu cachimbo um triste Preto Velho chorava. De seus olhos molhados, esquisitas lágrimas desciam-lhe pela face e... Foram sete.

 A Primeira... A estes indiferentes que vem no Terreiro em busca de distração, para saírem ironizando aquilo que suas mentes ofuscadas não podem conceber;


A Segunda... A esses eternos duvidosos que acreditam, desacreditando, na expectativa de um milagre que os façam alcançar aquilo que seus próprios merecimentos negam;


A Terceira... Aos maus, aqueles que somente procuram a umbanda em busca de vingança, desejando sempre prejudicar ao semelhante;


A Quarta... Aos frios e calculistas, que sabem que existe uma força espiritual e procuram beneficiar-se dela de qualquer forma, e não conhecem a palavra gratidão;


A Quinta... Chega suave, tem o sorriso, o elogio da flor dos lábios, mas se olharem bem seu semblantes verão escrito: creio na Umbanda, nos teus Caboclos e no teu Zambi, mas somente se resolverem o meu caso ou me curarem disto ou daquilo;


A Sexta... Aos fúteis, que vão de centro em centro, não acreditando em nada, buscam aconchego, conchavos e seus olhos revelam um interesse diferente;


A Sétima... Como foi grande e como deslizou pesada! Foi à última lágrima, aquela que vive nos olhos de todos os Orixás. Aos médiuns vaidosos (as), que só aparecem no Centro em dia de festa e faltam as doutrinas. Esquecem que existem tantos irmãos precisando de caridade e tantas criancinhas precisando de amparo material e espiritual.

Passes, Desobsessão e Disciplina (espírito Bezerra de Menezes)

Por: Adelino da Silveira

Em 1972, escrevi ao Chico fazendo-lhe uma série de perguntas. Até hoje não consegui me perdoar por haver-lhe roubado tanto tempo, pois cada minuto daqueles pesa-me como se os houvesse subtraído à Humanidade. Suas respostas, que traziam a chancela do iluminado Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, trouxeram-me grande alívio e para que estes ensinamentos e orientação não fiquem só comigo, creio que seja útil publicá-los, excluídos os de caráter pessoal.


1 - O passe precisa ser transmitido em pé ou sentado?

Constituindo-se o passe no Grupo Espírita Evangélico, em recursos administrativos pelos Benfeitores da Vida Maior, através dos instrumentos humanos, a posição dos medianeiros, qualquer que seja, é sempre digna, desde que seja digna a atitude íntima desses mesmos medianeiros. Ainda assim, a postura de pé será sempre a mais recomendável pelo respeito geral que inspira.

2 - Nos embaraços mensais, a mulher pode freqüentar os trabalhos mediúnicos?
No caso de nossas irmãs as mulheres, tão somente nas ocasiões de gravidez, após o terceiro mês de gestação do nascituro, devem abster-se da ação mediúnica, podendo permanecer, porém, na equipe de serviço espiritual para receberem auxílio.

3 - Como saber quando o médium está preparado para sentar-se à mesa e cooperar nas tarefas em andamento?

Sempre que o trabalhador estiver sinceramente decidido a cooperar no bem dos outros, estará preparado para servir.

4 - As sessões de desobsessão, mesmo com a nossa falta de preparo, muitas vezes com alguns médiuns dormindo, duvidando, devem ser realizadas?

Qual a necessidade de realizarmos os trabalhos nestas condições?

Os espíritos se beneficiam mesmo assim?

Mesmo com a taxa de sobrecarga, fadiga, indiferença, fastio, indisposição, dúvida e sono que muitos de nossos companheiros possam demonstrar, o rendimento do bem e a expansão da luz, em nossas reuniões constituem benção de intraduzível valor. Prossigamos, meus filhos, em nossas tarefas de sempre, a caminho de nossa maior integração com os ensinamentos de Jesus.

5 - Há necessidade de se comentar o trecho lido antes das tarefas de desobsessão?

A leitura simples, sem comentários, de um trecho de "O Livro dos Espíritos" e de outro de "O Evangelho Segundo o Espiritismo" pelo menos dez a quinze minutos antes do horário marcado para o início da reunião, é mais recomendável. Isso ajudará os integrantes da equipe a meditar com as reflexões dos desencarnados presentes, sem prejudicar o rendimento e proveito da reunião, no campo de tempo.

6 - Nas sessões públicas, é necessário, enquanto se realizam os passes, alguém continuar falando, mesmo com o barulho?

Sim, ainda mesmo que os ruídos desnecessários existam e devam ser podados pouco a pouco, as explanações doutrinárias devem continuar, de vez que são elas as necessárias luzes para a renovação geral dos ouvintes.

7 - Adianta alguém tomar passes no lugar do outro?

Alguém não pode substituir alguém, de maneira total, na recepção do passe, mas a mentalização do necessitado de socorro espiritual por parte de quem recebe semelhante auxílio magnético é apoio e assistência de grande valor para quem pede a intervenção da Vida Maior.

8 - Como agir com as pessoas que nos procuram nas horas mais impróprias? Devemos atender a todos em qualquer hora?

Meu filho, Jesus nos abençoe. Compreendemos a extensão do seu carinho em favor de nossos irmãos necessitados, mas todo trabalho para expressar-se em eficiência e segurança reclama disciplina.

Aprendamos a controlar os horários de ação espiritual, a fim de que a perturbação não venha aparecer, em nossas tarefas, sob o nome de caridade. Peçamos a Jesus nos inspire e nos abençoe para isso.

A ordem preside o progresso e, por isso mesmo não podemos perder a ordem de vista, sob pena de desequilibrar, embora sem querer, o nosso próprio trabalho. Que Deus nos abençoe e ampare sempre.


Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier

Extinção do mal (espírito Bezerra de Menezes)

Na didática de Deus, o mal não é recebido com a ênfase que caracteriza muita gente na Terra, quando se propõe a combatê-lo.

Por isso, a condenação não entra em linha de conta nas manifestações da Misericórdia Divina.
Nada de anátemas, gritos, baldões ou pragas.

A Lei de Deus determina, em qualquer parte, seja o mal destruído não pela violência, mas pela força pacífica e edificante do bem.

A propósito, meditemos. O Senhor corrige: a ignorância: com a instrução; o ódio: com o amor;
a necessidade: com o socorro; o desequilíbrio: com o reajuste; a ferida: com o bálsamo;
a dor: com o sedativo; a doença: com o remédio; a sombra: com a luz; a fome: com o alimento;
o fogo: com a água; a ofensa: com o perdão; o desânimo: com a esperança; a maldição: com a benção.

Somente nós, as criaturas humanas, por vezes, acreditamos que um golpe seja capaz de sanar outro golpe.
Simples ilusão.

O mal não suprime o mal.

Em razão disso, Jesus nos recomenda amar os inimigos e nos adverte de que a única energia suscetível de remover o mal e extingui-lo é e será sempre a força suprema do bem.


Autor: Bezerra de Menezes
Psicografia de Chico Xavier. Livro: Brilhe Vossa Luz

Livro: A Cura Através da Terapia de Vidas Passadas (Brian L. Weiss)


 SINOPSE:

Com mais de um milhão de livros vendidos no Brasil, Dr. Brian Weiss se tornou uma referência mundial no uso da terapia de regressão. Nesta nova edição, ele apresenta os conceitos fundamentais de seu trabalho e divide conosco sua fantástica experiência. Relatando casos reais ocorridos em seu consultório, Dr. Weiss mostra como a terapia de vidas passadas pode auxiliar no tratamento das dores do corpo e da alma, ajudando-nos a resolver conflitos, fortalecer laços de amor e amizade, desbloquear talentos reprimidos e transformar nossa visão sobre a vida e a morte. A Cura através da Terapia de Vidas Passadas apresenta também as técnicas de hipnose e meditação usadas por Dr. Weiss com seus pacientes, demonstrando como os acontecimentos das vidas passadas podem afetar diretamente o presente. 

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Os símbolos sagrados da Umbanda

Os Símbolos Sagrados de Umbanda (Lei de Pemba) não são meros sinais gráficos materiais. Na verdade, eles reproduzem as estruturas esquemáticas dos Campos de Forças do Mundo Astral e, assim, refletem o fluxo e a atuação das Forças Sutis Astrais sobre as Forças Elementares Cósmicas, Planetárias e Terrestres. Desta forma, com os Símbolos Sagrados de Umbanda, podemos invocar, fixar e/ou irradiar a Força Astral (Axé) de uma Entidade Espiritual em determinados Pontos Riscados que, ritualisticamente fixados em suportes materiais bem preparados, passam a se constituir em Meio de Comunicação entre a Entidade Espiritual e seus devotos, tal e qual acontece com um Médium, um Congá ou um Assentamento. É dentro dessas condições que os Símbolos Sagrados de Umbanda têm larga aplicação na Magia Talismânica, mormente no preparo e consagração de Guias, Sinetes e outros Talismãs.

O Ser Humano é, por excelência, o Ponto de Junção entre o Plano Espiritual e o Plano Material porque suas funções cerebrais transmitem a percepção do Mundo Físico, captadas por seus cinco sentidos básicos, à sua Consciência Individual, a qual tem o poder de aperceber-se, para além dos reflexos instintivos, daqueles substratos astrais contidos nesses contatos, gerando a percepção extra-sensorial.

Por isso mesmo, a Matemática Pitagórica relacionou o Ser Humano à Entidade Matemática Cinco (número 5) , justamente pela existência dos cinco sentidos humanos : visão, audição, tato, olfato e gosto. Daí decorre o fato da Geometria Esotérica relacioná-lo com o Polígono Piramidal por este objeto ter cinco (5) superfícies: quatro verticais inclinadas e uma base horizontal plana. A Magia Talismânica Heleno-Semita simboliza-o pelo Pentagrama, a famosa Estrela de Cinco Pontas, por assim melhor poder expressá-lo em sua Dupla Polaridade : Positiva - Uma só de suas pontas apontando para cima; Negativa - Uma só de suas pontas apontando para baixo.

O Pentagrama em posição positiva é o símbolo do Ser Humano harmônico e evolutivo, com seus desejos e instintos submetidos à sua consciência; o Pentagrama em posição negativa é o símbolo do Ser Humano desajustado e regressivo em conflito consigo mesmo, cuja consciência está subjugada aos seus instintos.

O pentagrama apresenta-se nas duas posições antagônicas, positiva e negativa, conforme se veja seu verso ou seu anverso : Os nomes de Adam e Eve, personagens míticos semitas, contrapõem-se aos nomes de Samael e Lilith, o Arcanjo do Sol e a Potestade da Lua Negra; Uma figura humana contrapõem-se à figura do Bode Expiatório. No círculo exterior, apresentam-se letras do alfabeto hebraico, as quais têm relações específicas com a Kabalah e que podem ter caráter defensivo ou retaliatório.

Assim, a Estrela de Cinco Pontas é um símbolo talismânico universal da Raça Humana e tem-se notícias de seu uso no Tantrismo (Índia e Tibet), na Cabala (Judéia), no Pitagorismo (Grécia), na Magia (Europa Medieval), na Teosofia (nas modernas Europa e Américas). Então, também nós o utilizamos no Esoterismo da Umbanda.

Pois, sendo o Ponto de Junção por excelência entre o Material e o Imaterial, qualquer Ser Humano na condição de “médium” precisa e depende de manter atuante, equilibrada e benéfica a sua condição de “receptor de percepções extra-sensoriais” procurando sempre repor as energias bio-elétricas que seu corpo físico dispende na prática de cultos esotéricos, caritativos ou não. Para isso, ele precisa estar em sintonia harmônica com a Vibração Sutil que emana de seu Orixá Regente Planetário, cuja Força Sutil dinamizava os Astros Celestes que regiam a Natureza no momento em que aquele Ser Humano sorveu o primeiro Hausto de Vida em seus pulmões, ou seja, no momento de seu nascimento.

Precisa, também, saber conjugar eficientemente esta Vibração de seu Orixá Regente Planetário com a Vibração de seu Orixá de Cabeça, ou seja, aquele a quem, por escolha própria antes de sua atual reencarnação, seu Espírito imortal (Ori Orun = Cabeça no Além), ajoelhado perante Olorum (Deus), decidiu ou precisou dedicar sua futura “Cabeça na Terra” (Ori Aiye = intelecto ou personalidade).

Como vimos, o Orixá Regente Planetário é determinado pela data de nascimento e a ele estão ligados seu Arcanjo e Anjo de Guarda; mas, seu Orixá de Cabeça”, a quem estão ligados seu “Santo” e seu “Eshu Guardião”, só pode ser determinado por um Babalaô, através de um Jogo Divinatório como o Tabuleiro de Ifá, o Colar de Ifá ou, como último recurso, os Búzios. Para esta determinação, não há outra alternativa ou escapatória.

A Magia Talismânica de Umbanda tem seus próprios símbolos sagrados para representar aos seus Ôrixás, Guias e Protetores, aos Planetas e Signos Zodiacais, às Forças Elementares da Natureza, à Numeralogia e Grafia Sagrada com que cria e grafa Nomes Próprios e/ou Iniciáticos, bem como pode representar os Vórtices e Canais de Energias Sutis que percorrem o organismo intra e supra corpóreo do Ser Humano, caminhos de energias estes que são, também, controlados pelo Imolé Eshu Bara, o Senhor Guardião do Corpo e dos Caminhos do Destino de cada um de nós, os quais ele abre ou fecha conforme os méritos e os deméritos de nossas ações conscientemente perpetradas.

Com o conjunto desses Símbolos e com sua Grafia Sagrada, à qual os Umbandistas denominam por Lei de Pemba, a Umbanda não precisa recorrer à simbologias de origem egípcia, tântrica, hebraica, grega ou latina para compor seus Sinetes ou Talismãs. O material em que devem ser confecionados é aquele referido como o metal característico do Signo Zodiacal. Sobre um dos seus lados, cada Sinete Astral tem gravado os Símbolos Umbandistas relativos ao Signo Zodiacal, o Planeta Regente, o Orixá de Nascimento, a Força Sutil do Elemento da Natureza, o símbolo do Vórtice Astral captador de energias sutis de seu organisno extra-corpóreo e o símbolo astral sintético da Entidade Espiritual Guardiã de seu corpo físico e astral, ou seja, seu Imole Eshu Bara.
Cada um desses Sinetes Astrais é, pois, comum a todas pessoas nascidas sob esse mesmo Signo Astral e por todas elas podem ser utilizados, é evidente que para grafá-los magisticamente é necessário ter-se sido iniciado na Lei de Pemba de Umbanda, a Grafia Sagrada dos Orixás.

Com muito mais razão, a Individualização, a Graduação Astral, o Nome Iniciático e demais possibilidades de defesa e/ou retaliação inerentes à Simbologia Astral de um Sinete Talismânico de Umbanda, só devem ter confiada sua elaboração a um verdadeiro Babalaô da Corrente Astral do AumBhanDan, ou seja, a um militante graduado da Umbanda Esotérica.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador

Os Símbolos Sagrados de Umbanda (Lei de Pemba) não são meros sinais gráficos materiais. Na verdade, eles reproduzem as estruturas esquemáticas dos Campos de Forças do Mundo Astral e, assim, refletem o fluxo e a atuação das Forças Sutis Astrais sobre as Forças Elementares Cósmicas, Planetárias e Terrestres. Desta forma, com os Símbolos Sagrados de Umbanda, podemos invoca...r, fixar e/ou irradiar a Força Astral (Axé) de uma Entidade Espiritual em determinados Pontos Riscados que, ritualisticamente fixados em suportes materiais bem preparados, passam a se constituir em Meio de Comunicação entre a Entidade Espiritual e seus devotos, tal e qual acontece com um Médium, um Congá ou um Assentamento. É dentro dessas condições que os Símbolos Sagrados de Umbanda têm larga aplicação na Magia Talismânica, mormente no preparo e consagração de Guias, Sinetes e outros Talismãs.

O Ser Humano é, por excelência, o Ponto de Junção entre o Plano Espiritual e o Plano Material porque suas funções cerebrais transmitem a percepção do Mundo Físico, captadas por seus cinco sentidos básicos, à sua Consciência Individual, a qual tem o poder de aperceber-se, para além dos reflexos instintivos, daqueles substratos astrais contidos nesses contatos, gerando a percepção extra-sensorial.

Por isso mesmo, a Matemática Pitagórica relacionou o Ser Humano à Entidade Matemática Cinco (número 5) , justamente pela existência dos cinco sentidos humanos : visão, audição, tato, olfato e gosto. Daí decorre o fato da Geometria Esotérica relacioná-lo com o Polígono Piramidal por este objeto ter cinco (5) superfícies: quatro verticais inclinadas e uma base horizontal plana. A Magia Talismânica Heleno-Semita simboliza-o pelo Pentagrama, a famosa Estrela de Cinco Pontas, por assim melhor poder expressá-lo em sua Dupla Polaridade : Positiva - Uma só de suas pontas apontando para cima; Negativa - Uma só de suas pontas apontando para baixo.

O Pentagrama em posição positiva é o símbolo do Ser Humano harmônico e evolutivo, com seus desejos e instintos submetidos à sua consciência; o Pentagrama em posição negativa é o símbolo do Ser Humano desajustado e regressivo em conflito consigo mesmo, cuja consciência está subjugada aos seus instintos.

O pentagrama apresenta-se nas duas posições antagônicas, positiva e negativa, conforme se veja seu verso ou seu anverso : Os nomes de Adam e Eve, personagens míticos semitas, contrapõem-se aos nomes de Samael e Lilith, o Arcanjo do Sol e a Potestade da Lua Negra; Uma figura humana contrapõem-se à figura do Bode Expiatório. No círculo exterior, apresentam-se letras do alfabeto hebraico, as quais têm relações específicas com a Kabalah e que podem ter caráter defensivo ou retaliatório.

Assim, a Estrela de Cinco Pontas é um símbolo talismânico universal da Raça Humana e tem-se notícias de seu uso no Tantrismo (Índia e Tibet), na Cabala (Judéia), no Pitagorismo (Grécia), na Magia (Europa Medieval), na Teosofia (nas modernas Europa e Américas). Então, também nós o utilizamos no Esoterismo da Umbanda.

Pois, sendo o Ponto de Junção por excelência entre o Material e o Imaterial, qualquer Ser Humano na condição de “médium” precisa e depende de manter atuante, equilibrada e benéfica a sua condição de “receptor de percepções extra-sensoriais” procurando sempre repor as energias bio-elétricas que seu corpo físico dispende na prática de cultos esotéricos, caritativos ou não. Para isso, ele precisa estar em sintonia harmônica com a Vibração Sutil que emana de seu Orixá Regente Planetário, cuja Força Sutil dinamizava os Astros Celestes que regiam a Natureza no momento em que aquele Ser Humano sorveu o primeiro Hausto de Vida em seus pulmões, ou seja, no momento de seu nascimento.

Precisa, também, saber conjugar eficientemente esta Vibração de seu Orixá Regente Planetário com a Vibração de seu Orixá de Cabeça, ou seja, aquele a quem, por escolha própria antes de sua atual reencarnação, seu Espírito imortal (Ori Orun = Cabeça no Além), ajoelhado perante Olorum (Deus), decidiu ou precisou dedicar sua futura “Cabeça na Terra” (Ori Aiye = intelecto ou personalidade).

Como vimos, o Orixá Regente Planetário é determinado pela data de nascimento e a ele estão ligados seu Arcanjo e Anjo de Guarda; mas, seu Orixá de Cabeça”, a quem estão ligados seu “Santo” e seu “Eshu Guardião”, só pode ser determinado por um Babalaô, através de um Jogo Divinatório como o Tabuleiro de Ifá, o Colar de Ifá ou, como último recurso, os Búzios. Para esta determinação, não há outra alternativa ou escapatória.

A Magia Talismânica de Umbanda tem seus próprios símbolos sagrados para representar aos seus Ôrixás, Guias e Protetores, aos Planetas e Signos Zodiacais, às Forças Elementares da Natureza, à Numeralogia e Grafia Sagrada com que cria e grafa Nomes Próprios e/ou Iniciáticos, bem como pode representar os Vórtices e Canais de Energias Sutis que percorrem o organismo intra e supra corpóreo do Ser Humano, caminhos de energias estes que são, também, controlados pelo Imolé Eshu Bara, o Senhor Guardião do Corpo e dos Caminhos do Destino de cada um de nós, os quais ele abre ou fecha conforme os méritos e os deméritos de nossas ações conscientemente perpetradas.

Com o conjunto desses Símbolos e com sua Grafia Sagrada, à qual os Umbandistas denominam por Lei de Pemba, a Umbanda não precisa recorrer à simbologias de origem egípcia, tântrica, hebraica, grega ou latina para compor seus Sinetes ou Talismãs. O material em que devem ser confecionados é aquele referido como o metal característico do Signo Zodiacal. Sobre um dos seus lados, cada Sinete Astral tem gravado os Símbolos Umbandistas relativos ao Signo Zodiacal, o Planeta Regente, o Orixá de Nascimento, a Força Sutil do Elemento da Natureza, o símbolo do Vórtice Astral captador de energias sutis de seu organisno extra-corpóreo e o símbolo astral sintético da Entidade Espiritual Guardiã de seu corpo físico e astral, ou seja, seu Imole Eshu Bara.
Cada um desses Sinetes Astrais é, pois, comum a todas pessoas nascidas sob esse mesmo Signo Astral e por todas elas podem ser utilizados, é evidente que para grafá-los magisticamente é necessário ter-se sido iniciado na Lei de Pemba de Umbanda, a Grafia Sagrada dos Orixás.

Com muito mais razão, a Individualização, a Graduação Astral, o Nome Iniciático e demais possibilidades de defesa e/ou retaliação inerentes à Simbologia Astral de um Sinete Talismânico de Umbanda, só devem ter confiada sua elaboração a um verdadeiro Babalaô da Corrente Astral do AumBhanDan, ou seja, a um militante graduado da Umbanda Esotérica.

Carlinhos Lima - Astrologo, Tarologo e Pesquisador

Livro: Aconteceu na casa espírita


SINOPSE:

Todas as informações encontradas neste livro foram grafadas com a pena da simplicidade no papel da experiência, consubstanciando a vivência do Espírito de Nora durante decênios de nobres, relevantes e respeitáveis tarefas, realizadas junto a diversas instituições dedicadas ao Espiritismo.
Seus personagens foram compostos baseando-se em experiências reais... Cada personalidade, aqui apresenta, bem como os dramas e testemunhos, as quedas e vitórias guardam ressonância com companheiros que viveram estas cenas no palco da vida, nas quais muitos de nós poderemos nos encontrar. Das várias figuras que desfilaram neste cenário, muitos já retornaram à Terra em expiações, reparações ou abençoadas missões.


http://www.4shared.com/file/122604693/359400c/aconteceu_na_casa_esprita.html

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