quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Profecias Maias do ano 2002 ao ano 2012


"Estas profecias foram recebidas por um grupo de estudos da Espanha, cujo conteúdo vem dos Maias, sobre o momento que passamos. Foram traduzidas do espanhol. A quem interessar, que faça bom uso, para se transformar internamente. A quem não interessar, que descarte, em silêncio meditativo e equilibrada atitude"

2002 - Ano de preparação. Ano de transitório.


2003 - Aumenta o número de pessoas que não toleram novas energias. Muitas pessoas enfermas de doenças desconhecidas pela ciência. Aumenta a frequencia de emissão da luz do sol.

2004 - Produzem-se mudanças repentinas nas pessoas, quanto á maneira de pensar e de ver as coisas. Potencializa-se o positivo e o negativo. Tombam os alicerces da Igreja Católica. Morre o Papa João Paulo II.

2005 - Aparece no céu um novo planeta. Isto produz mudanças eletromagnéticas e gravitacionais na Terra. O sistema Bancário quebra-se. A humanidade começa a dar ao dinheiro outro sentido. Também aumenta a atividade do pólo negativo e se produz um grande caos em todos os níveis.

2006 - Existem dois tipos de humanidade bem diferenciadas. A Luz e a Escuridão em franca luta. O novo planeta se instala na órbita entre Marte e Júpiter. Grande Caos a nível mundial. QUEM NãO TEM ONDE PLANTAR, NÃO COMERÁ. Valorizam-se mais outras coisas, como o companheirismo, a amizade, o amor, o desapego, a compaixão, o altruísmo. Muitos movimentos sísmicos e vulcânicos. O eixo polar da Terra muda de posição. O mar inunda as zonas costeiras. Produz-se um grande despertar da humanidade. Forças da Escuridão passam para a Luz. As catástrofes planetárias põem em harmonia as nações do mundo.

2007 - Desaparecem muitas fronteiras. Começa o sentimento de UNIDADE entre a HUMANIDADE. Os povos se ajudam entre si. Os irmãos Maiores vêm coabitar (viver) com a humanidade. Aparece a cultura oculta durante tantos anos. A humanidade colabora com os Irmãos Maiores. Formam-se comunidades harmônicas entre os seres humanos e de outros planetas.

2008 - Aqueles que conseguem tolerar a frequencia da luz do sol e a vibração da Terra a 13 ciclos por segundo, permanecem; os que não, desencarnam. As Forças Involucionistas perdem a batalha, definitivamente. O novo planeta realiza os ajustes orbitais na Terra e muda a geografia tal como a conhecemos hoje. As Forças Involutivas que não desejam trabalhar com a Luz são transportadas para o novo planeta. É feita a limpeza total astral da Terra.

2009 - Ano da estabilização das mudanças. ? necessário adaptar-se É nova vibração com uma alimentação sadia. Ativam-se e potencializam-se as percepções ultra-sensoriais. Começam a funcionar as espirais de DNA que estavam adormecidos no corpo humano. Os animais não são mais, definitivamente, alimentos para a humanidade.

2010 - Os reinos animal, vegetal e mineral se harmonizam, desaparecendo da Terra espécies que não são mais necessárias. Chegam mais Irmãos Maiores para conviver com a humanidade, e ensinam coisas que não conseguimos nem imaginar até agora.

2011 - A humanidade é agora UNA. Tem consciência das Civilizações Cósmicas que existem. E se prepara para entrar na Confederação Galáctica como membro de pleno direito. Segue ampliando o trabalho de aprendizagem.

2012 - A humanidade é feliz. A humanidade é harmônica. A humanidade tem consciência de tudo que é. Inicia-se uma grande Festa Cósmica. A Terra nomeia seus representantes para a Confederação Intergaláctica, e exporta AMOR para todo o Cosmo. Inicia-se uma nova era e a Terra passa a ajudar na evolução de outras humanidades da terceira dimensão.
Fonte: Inocêncio Amaral Júnior

A grande transição planetária


Opera-se, na Terra, neste largo período, a grande transição anunciada pelas Escrituras e confirmada pelo Espiritismo. O planeta sofrido experimenta convulsões especiais, tanto na sua estrutura física e atmosférica, ajustando as suas diversas camadas tectônicas, quanto na sua constituição moral. Isto porque, os espíritos que o habitam, ainda caminhando em faixas de inferioridade, estão sendo substituídos por outros mais elevados que o impulsionarão pelas trilhas do progresso moral, dando lugar a uma era nova de paz e de felicidade. Os espíritos renitentes na perversidade, nos desmandos, na sensualidade e vileza, estão sendo recambiados lentamente para mundos inferiores onde enfrentarão as conseqüências dos seus atos ignóbeis, assim renovando-se e predispondo-se ao retorno planetário, quando recuperados e decididos ao cumprimento das leis de amor.

Por outro lado, aqueles que permaneceram nas regiões inferiores estão sendo trazidos à reencarnação de modo a desfrutarem da oportunidade de trabalho e de aprendizado, modificando os hábitos infelizes a que se têm submetido, podendo avançar sob a governança de Deus. Caso se oponham às exigências da evolução, também sofrerão um tipo de expurgo temporário para regiões primárias entre as raças atrasadas, tendo o ensejo de ser úteis e de sofrer os efeitos danosos da sua rebeldia.

Concomitantemente, espíritos nobres que conseguiram superar os impedimentos que os retinham na retaguarda, estarão chegando, a fim de promoverem o bem e alargarem os horizontes da felicidade humana, trabalhando infatigavelmente na reconstrução da sociedade, então fiel aos desígnios divinos.

Da mesma forma, missionários do amor e da caridade, procedentes de outras Esferas estarão revestindo-se da indumentária carnal, para tornar essa fase de luta iluminativa mais amena, proporcionando condições dignificantes, que estimulem ao avanço e à felicidade.

Não serão apenas os cataclismos físicos que sacudirão o planeta, como resultado da lei de destruição, geradora desses fenômenos, como ocorre com o outono que derruba a folhagem das árvores, a fim de que possam enfrentar a invernia rigorosa, renascendo exuberantes com a chegada da primavera, mas também os de natureza moral, social e humana que assinalarão os dias tormentosos, que já se vivem.

Os combates apresentam-se individuais e coletivos, ameaçando de destruição a vida com hecatombes inimagináveis. A loucura, decorrente do materialismo dos indivíduos, atira-os nos abismos da violência e da insensatez, ampliando o campo do desespero que se alarga em todas as direções. Esfacelam-se os lares, desorganizam-se os relacionamentos afetivos, desestruturam-se as instituições, as oficinas de trabalho convertem-se em áreas de competição desleal, as ruas do mundo transformam-se em campos de lutas perversas, levando de roldão os sentimentos de solidariedade e de respeito, de amor e de caridade...

A turbulência vence a paz, o conflito domina o amor, a luta desigual substitui a fraternidade.

Mas essas ocorrências são apenas o começo da grande transição.

A fatalidade da existência humana é a conquista do amor que proporciona plenitude. Há, em toda parte, uma destinação inevitável, que expressa à ordem universal e a presença de uma Consciência Cósmica atuante.

A rebeldia que predomina no comportamento humano elegeu a violência como instrumento para conseguir o prazer que lhe não chega da maneira espontânea, gerando lamentáveis conseqüências, que se avolumam em desaires contínuos.

É inevitável a colheita da sementeira por aquele que a fez, tornando-se rico de grãos abençoados ou de espículos venenosos. Como as leis da vida não podem ser derrogadas, toda objeção que se lhes faz converte-se em aflição, impedindo a conquista do bem-estar.

Da mesma forma, como o progresso é inevitável, o que não seja conquistado através do dever, sê-lo-á pelos impositivos estruturais de que o mesmo se constitui. A melhor maneira, portanto, de compartilhar conscientemente da grande transição é através da consciência de responsabilidade pessoal, realizando as mudanças íntimas que se tornem próprias para a harmonia do conjunto. Nenhuma conquista exterior será lograda se não proceder das paisagens íntimas, nas quais estão instalados os hábitos. Esses, de natureza perniciosa, devem ser substituídos por aqueles que são saudáveis, portanto, propiciatórios de bem-estar e de harmonia emocional. Na mente está a chave para que seja operada a grande mudança. Quando se tem domínio sobre ela, os pensamentos podem ser canalizados em sentido edificante, dando lugar a palavras corretas e a atos dignos.

O indivíduo, que se renova moralmente, contribui de forma segura para as alterações que se vêm operando no planeta.

Não é necessário que o turbilhão dos sofrimentos gerais o sensibilize, a fim de que possa contribuir eficazmente com os espíritos que operam em favor da grande transição.

Dispondo das ferramentas morais do enobrecimento, torna-se cooperador eficiente, em razão de trabalhar junto ao seu próximo pela mudança de convicção em torno dos objetivos existenciais, ao tempo em que se transforma num exemplo de alegria e de felicidade para todos. O bem fascina todos aqueles que o observam e atrai quantos se encontram distantes da sua ação, o mesmo ocorrendo com a alegria e a saúde.

São eles que proporcionam o maior contágio de que se tem notícia e não as manifestações aberrantes e afligentes que parecem arrastar as multidões. Como escasseiam os exemplos de júbilo, multiplicam-se os de desespero, logo ultrapassados pelos programas de sensibilização emocional para a plenitude.

A grande transição prossegue, e porque se faz necessária, a única alternativa é examinar-lhe a maneira como se apresenta e cooperar para que as sombras que se adensam no mundo sejam diminuídas pelo Sol da imortalidade.


Nenhum receio deve ser cultivado, porque, mesmo que ocorra a morte, esse fenômeno natural é veículo da vida que se manifestará em outra dimensão.

A vida sempre responde conforme as indagações morais que lhe são dirigidas. As aguardadas mudanças que se vêm operando trazem uma ainda não valorizada contribuição, que é a erradicação do sofrimento das paisagens espirituais da Terra. Enquanto viceje o mal, no mundo, o ser humano torna-se-lhe a vítima preferida, em face do egoísmo em que se estorcega, apenas por eleição especial. A dor momentânea que o fere, convida-o, por outro lado, à observância das necessidades imperiosas de seguir a correnteza do amor no rumo do oceano da paz. Logo passado o período de aflição, chegará o da harmonia. Até lá, que todos os investimentos sejam de bondade e de ternura, de abnegação e de irrestrita confiança em Deus.


Joanna de Ângelis.(DIVALDO) - Livro: "Jesus e Vida"- página 15.

O coma na visão espírita


Quando um paciente está em estado de COMA, é uma situação parecida com a do sono, em O Livro dos Espíritos, os Espíritos Superiores nos esclarecem que durante o sono a alma se liberta parcialmente do corpo.

Quando dorme, o homem se acha por algum tempo no estado em que ficará permanentemente depois que morre, mas nesse caso ainda ligado ao corpo pelos laços fluídicos ou energéticos, que pode se aplicar no caso do coma também, apenas o corpo está paralisado, o espírito se encontra parcialmente liberto ou seja o complexo Espírito e Perispírito (que é o laço de união entre o espírito e a matéria, também conhecido como corpo fluídico ou corpo espiritual) podem estar distantes do corpo físico, mas fica a ele ligado por um laço fluídico.

Muitos perguntam onde fica o espírito durante o COMA e o Espiritismo nos esclarece que sempre depende do grau evolutivo de cada um, se ele for apegado em demasia ao mundo material, ao seu corpo, aos seus bens, ele ficará jungido ao corpo, mas se for um espírito mais elevado, enquanto seu corpo é tratado, ele poderá se deslocar pelas dimensões espirituais (mundo astral) do espaço infinito, visitando lugares e espíritos afins, mas estará sempre ligado a seu corpo pelo cordão fluídico, enquanto seu corpo tiver vida orgânica.

Se familiares, amigos ou médicos conversarem com o paciente em estado de COMA, muitos terão a capacidade de ouvir e ver, sem contudo ter a capacidade de dar a resposta, mas em alguns casos quando é permitido pela Espiritualidade Superior, poderão estes espíritos comunicar-se através de um médium em uma sessão mediúnica, no centro espírita e ali relatar tudo o que está sentindo neste estado de coma ou ainda comunicar-se via pensamento ou intuição com aqueles que estão ao seu redor e tem esta sensibilidade mediúnica, e transmitir assim seus recados.

A Experiência de quase morte (EQM) é mais uma oportunidade divina, é um chamamento de Deus para uma correção de rota, ou seja uma chance oferecida para alguns, de reflexão sobre suas vidas, sobre o que realizaram ou deixaram de fazer. As pessoas que passam por uma EQM, trazem na mente um novo sentido para a vida, refletem de como melhor aplicar as potencialidades divinas. Conforme as pesquisas 85% dos que passaram pela EQM, tem experiências positivas, isto é um grande aprendizado para o Espírito que a sofre, e dos familiares que vivenciam a possibilidade do desencarne (morte do corpo físico) deste familiar.

Seus relatos guardam entre si pontos em comum: sentem uma sensação de paz e de calma, tem a percepção de uma luz brilhante, tem a sensação de estar fora do corpo, visão de um túnel, visão e contato com os espíritos.

Há muitos encontros médico-espíritas sendo realizados em todo o Brasil e também no exterior, e cada vez mais a ciência vem buscando através de muitas pesquisas realizadas entender que o homem é um "ser espiritual" é um novo paradigma que propõe reconhecer o ser humano como espírito e matéria.

Texto extraído do site da Sociedade Espírita Auxílio Fraternidade:www.auxiliofraternidade.com.br


O todo invisível

Era uma vez um homem muito doente, que começava a vislumbrar o princípio do fim. O infeliz senhor, mal suportando o peso da terceira idade - tinha então pouco mais de 60 anos, sofria de um mal incurável que afetava sua garganta, dificultando a respiração e impedindo-o de se alimentar a ponto de já não conseguir engolir sequer a própria saliva.


 Assim ele foi definhando, definhando, enquanto os sábios reunidos sacudiam a cabeça num sinal de reprovação e cochichavam baixinho entre si, discutindo se aquele era ou não um caso perdido. 


Devido à idade e ao estágio avançado da doença, consideravam, talvez nenhum remédio resultasse eficaz. Optaram então por um tratamento paliativo que apenas minimizasse um pouco a sua dor. Mas havia entre todos um cientista teimoso, que resolveu deixar de lado a tradição e tentar alguma coisa que pudesse proporcionar algo mais que um simples alívio. 


Acompanhado por sua fiel assistente, esse obstinado cientista, que via naquele homem não apenas um corpo sofrido, mas uma alma em busca de conforto, resolveu usar 'magia' para reverter a situação. Assim, ele propôs ao infeliz que imaginasse sua doença sendo atacada e vencida por milhares de células brancas. O velho, que sabia ter ainda muitas coisas por realizar nesta vida, começou a usar aquela fórmula mágica, somando à força do seu pensamento o desejo do seu coração.


 Após algum tempo, curou-se daquele mal e assim viveu feliz por muitos e muitos anos..." Parece um antigo conto de fadas, mas trata-se de um caso real, acontecido no começo da década de 70. Seus protagonistas: Jim McKenna, o homem que sofria de câncer na garganta; dois "magos" modernos, O. Cal Simonton, um jovem médico residente que acabara de cumprir seu estágio, especializando-se em cancerologia, e Stephanie Matthews, psicóloga voltada ao aconselhamento de motivação, que mais tarde tomou-se a Sra. Simonton; como coadjuvantes, os médicos da faculdade de medicina do Estado do Oregon, EUA, adeptos da radioterapia como o tratamento mais eficaz no combate à doença. 


 O "Método Simonton", tal como tornou-se conhecido, é o registro mais respeitado de que se tem notícia acerca da remissão e cura do câncer com a ajuda efetiva do poder da mente para o restabelecimento do equilíbrio e perfeito funcionamento do corpo. Ao longo das últimas décadas, centenas de casos foram documentados ilustrando a teoria na prática. A eficácia é ainda maior quando os pacientes envolvidos são crianças.


 A história que narramos há pouco não termina por aí: com o uso da visualização como método de cura, Jim McKenna conseguiu também vencer a artrite e pasmem! até mesmo um caso de impotência ~ sexual... de origem psicológica!!! Jim demonstrou ser um desses raros casos em que a criatura supera o criador, já que o casal Simonton não podia compreender como as células brancas numa alusão "racionalmente" figurativa do sistema imunológico poderiam "absorver" a artrite, uma vez que esta, à luz da medicina, não seria suscetível a esse tipo de defesa do organismo. 


O fato é que Jim "bombardeava" mentalmente os ossos de seus joelhos com uma "tempestade de neve pulsante"; chegando a requintes de delírio criativo, ele visualizou mentalmente que as bordas dos flocos transformavam-se em lixas e "poliam" as pontas artríticas das articulações. A exemplo dos magos antigos, que utilizavam animais e objetos como seus serviçais, Jim pôs seu exército de células brancas em ação e colocou-as a serviço de sua impotência sexual mais uma vez desvinculada de seu sistema imunológico! Intuitivamente, recebeu de seus "soldados" a resposta de que nada havia de errado com ele e foi então capaz de ter e manter uma ereção. Seu relato deixou Carl e Stephanie boquiabertos; a classe médica torcia o nariz, fingindo ignorar as evidências. 


 O sr. McKenna viveu por mais nove anos após experimentar os efeitos benéficos da visualização antecedida por um estado agradável de relaxamento, que induz à meditação. Por pouco que possa parecer, para um homem desenganado, ele ganhou uma sobrevida de 15%... Segundo suas declarações, foram os melhores anos de sua vida. Jim havia aprendido muito sobre si mesmo e seu relacionamento com as pessoas através da doença, tomando-se grato a ela. Doutores de corpos e de almas, assim deveriam ser todos aqueles que abraçam a medicina como profissão. 


Desde que o mundo é mundo, a ciência busca uma visão holística do homem. Registros podem ser encontrados nos manuscritos chineses do Imperador Amarelo; na Grécia de Hipócrates; nas tradições xamânicas das tribos primitivas. Do Oriente ao Ocidente, ao longo de todas as eras, sempre houve cientistas das mais diversas tradições que consideravam a cura do espírito como condição básica para restabelecer o perfeito funcionamento do corpo físico. 


Por que, então essa fixação do enfoque holístico como um produto da Nova tra vindoura? Afinal, o que há de novo no presente e no futuro próximo de nossa civilização? O homem é um animal muito antigo. O que se fez, com o auxílio da inteligência e do raciocínio, foi dissipar, pouco a pouco, a névoa da ignorância que nos impedia de responder à primeira e mais angustiante das questões: "quem sou eu?" 


A capacidade de cultivar e distinguir sentimentos fez o homem desconfiar que havia algo além da matéria, alguma coisa impalpável que também podia adoecer. Não por acaso os xamãs exerciam as funções de curandeiros, líderes religiosos e conselheiros; representavam, a um só tempo, a medicina, a religião e a sabedoria, numa alusão à tríade corpo, espírito e mente. 


 A tradição ocidental cuidou de segmentar o homem em três facções distintas. Subitamente o corpo passou a ser apontado como causa/feito do pecado original; o mundo das idéias que disparou esse processo recebeu também seu rótulo e passou a ser tratado como uma espécie de organismo à parte; a espiritualidade, essência fluida e pura, parecia não caber naquele contingente de carne, ossos e miolos, escapando à prisão desse templo conspurcado para ir de encontro ao Criador invisível, decerto feito apenas daquela matéria indelével. O espírito, nosso único elo de ligação com Deus. 


O corpo tornou-se o espaço da culpa e da vergonha. Ocultado sob vestes, foi flagelado, maltratado e crucificado no caminho da salvação. Uma reles armadura, um mero suporte que alojava a consciência e, quem sabe, a alma; tratado como objeto, os cientistas desdobraram-se em pesquisas acerca de seu funcionamento. O corpo virou máquina.


 A humanidade foi conquistando novos espaços por terra e mar, expandindo sua consciência lógica e matemática, valorizando mais e mais a matéria. O pensamento cartesiano dominante permitiu que cientistas ilustres dissecassem os corpos de seus semelhantes buscando conceber um simplificado e eficaz "manual de funcionamento". 


Amontoados de ossos, montanhas de músculos, fluidos, válvulas, engrenagens, tudo foi cuidadosamente pesquisado e anotado. A partir daí, os hospitais tornaram-se oficinas de assistência técnica (não muito) especializada. Buscamos hoje com ardor o aspecto sagrado do homem; queremos voltar, senão à inocência, à pureza do momento da concepção de nossa espécie. A idéia de que somos não uma parte da criação, mas um microcosmo que contém em si a perfeição, alenta nosso sofrimento, ameniza nossa ignorância, permite-nos aceitar nossas fraquezas e imperfeições. 


Assim como o macrocosmo, vamos girando sempre, acompanhando a dança universal que nos desafia a cada instante com suas mudanças. Somos terra, corpo, matéria; somos ar, mente, idéias; somos fogo, paixão, criação; somos água, emoção, maleabilidade. Também somos éter, espírito, alma. Somos um embrião de Deus em constante e infinito desenvolvimento.


 Exatamente porque estamos em incessante mutação, nos desequilibramos em alguns momentos de nossas vidas. Do desequilíbrio surge a doença e muitas vezes nos revoltamos contra ela, acreditando que um sintoma possa ter surgido "do nada". De acordo com este raciocínio, a doença é, pois, inevitável. 


A maneira de encará-la é que faz a diferença.. Estamos habituados a considerar estado de saúde a ausência de doença física, mas enquanto envenenamos nossas mentes com emoções negativas estamos também plantando em nossa corpos uma pequenina semente do mal. Essas sementes migram com facilidade; elas nos chegam através do vento, das palavras pronunciadas por alguém com intenções maldosas; ou através de um noticiário que exibe tragédias humanas como se fossem filmes de ficção; ou ainda são criadas por nossos próprios medos e insatisfações. Se passamos a comentar o fato, se ficamos remoendo dentro de nós esses pequenos flagelos, estamos alimentando o embrião da maldade, fortalecendo e deixando que suas raízes se aprofundem: caso contrário, nossas defesas cuidam de revolver a terra e deixar que elas simplesmente sequem à luz da razão, sem que tenhamos de empenhar muitos esforços para tanto.


 O estado de saúde depende muito de nossas atitudes: se fazemos da doença um de nossos assuntos favoritos, ela se torna uma companheira inseparável e então corrompemos a sabedoria popular acreditando que ''antes mal acompanhados do que sós : mas se assumimos nossa responsabilidade acerca do estado de doença. reforçamos o time dos "mocinhos" e fortalecemos nossas defesas, certos de que, tal como nos filmes de faroeste, o bem sempre vence no final. Toda cura é autocura. 


Conflitos acerca do seu próprio poder de regeneração tornam as técnicas de harmonização ineficazes, pois mantém você em desequilíbrio constante. Não existe nenhum tipo de terapia, seja holística ou não, eficiente para todas as pessoas, sem distinção, posto que somos seres únicos. Felizmente, já possuimos hoje um arsenal bastante diversificado para enfrentar todo tipo de mal. Terapias avançadas se preocupam mm apenas com anatomia e fisiologia, mas também com processo mentais e espiritualidade. 


Na Inglaterra, cerca de 5 mil curadores holísticos trabalham lado a lado com médicos tradicionais nos hospitais, alcançando resultados surpreendentes. Mas, conto bem disse Richard Bandler, um dos criadores da Programação Neurolingüística (PNL), tudo o que se fala por aí é mentira. Só poderemos saber se um tratamento é bom - portanto verdadeiro - para nós se nos dispusermos a experimentá-lo. Não há a verdade que se ouviu falar, apenas a que experenciamos. E que haja por trás dessa experiência um ato consciente e responsável: já vi muitos adeptos de carteirinha da Nova Era se submetendo às mais estranhas terapias, até mesmo sem necessidade, para ver "como funciona". 


Os florais de Bach, por exemplo, quando lançados no Brasil, mais pareciam remédio caseiro vendido em praça pública por camelô, que trata de enxaqueca a frieira com a mesma eficácia. Cabe aqui um alerta: qualquer medicamento, por mais inócuo, e qualquer terapia, por mais inofensiva que pareçam, servem apenas para quem está doente. Senão acontece como a mulher que, de tanto tomar aspirina para prevenir a enxaqueca, não obtinha alívio quando a dor realmente aparecia... Cabeça no lugar, espírito em dia, corpo sadio. 


Qualquer pequeno deslize pode logo ser detectado e combatido, quando somos 100% responsáveis por nós. Os sintomas nos oferecem a oportunidade de exercitar escolhas e nos apontam o que é prioritário em nossas vidas num dado momento. São comuns os casos de pessoas que só "se deram um tempo" quando se viram prostradas num leito de hospital, sem opção a não ser repousar ou morrer. 


Quantos não abandonam o cigarro somente após o diagnóstico (revisado por uns três médicos diferentes) de enfisema pulmonar; ou deixam a bebida somente depois de instalada a cirrose. Se você persiste no erro, deixando que "a vida", "o destino" e outras baboseiras do gênero decidam por você, chega um momento em que só há um caminho a seguir - geralmente o do hospital, seguido pelo cortejo ao cemitério... A PNL, através de uma ramificação denominada Linha do Tempo, trouxe também a sua contribuição para que meditemos acerca dessa saúde perfeitamente responsável, que é a tônica do novo homem da Nova Era. 


Ela afirma que programamos a nossa morte, quase sempre de maneira inconsciente. E como se, ao atingirmos a idade em que nos tornamos responsáveis - assumidamente ou não - por nossos destinos, um cronômetro biológico disparasse na direção de zerar, de acordo com o tempo ali programado. Se acreditamos que viver 60 anos é suficiente, esse relógio interior vai cuidando de exaurir nossas energias proporcionalmente, dia após dia, para que, chegada a "hora do adeus", exalemos nosso último suspiro. 


Mas se você, aos 59 anos e oito meses, conhece o grande amor de sua vida; ou ganha na loteria e resolve dar a volta ao mundo; ou decide que quer conhecer pessoalmente seus tataranetos e para isso precisa viver mais 20 anos, no mínimo, aí o relógio vai ter de fazer mágica para que a energia acumulada para os derradeiros quatro meses que lhe restariam possa durar por mais uma década... É claro que não apenas quantidade, mas acima de tudo qualidade de vida é fundamental. 


Quem acredita que é preciso apenas viver a todo custo, submetendo-se eternamente a tratamentos ou remédios sem tentar qualquer outra alternativa, persiste no desequilíbrio, uma vez que não existe vida terrena "para sempre" e a morte é certa. Deixar-se escravizar por um método ou medicamento que você acredita ser "o único" não lhe garante estado de saúde, mas de doença controlada. Por isso, dê tempo ao tempo. Saboreie a vida devagar, como uma fina iguaria; projete o futuro e exercite-se para chegar lá apreciando o presente.


 Quem vive a ansiedade do amanhã perde hoje as melhores oportunidades. Use sua mente com criatividade em favor do seu desenvolvimento espiritual e do perfeito funcionamento do seu físico. Antes de acreditar no que lhe digo, experimente. Perceba o que seu corpo lhe diz após um ataque de raiva; e como ele se comporta depois de uma boa sessão de gargalhadas; observe a diferença. É ele quem sabe e mais ninguém. Toda cura é autocura. Todo progresso exterior é resultante do crescimento interior que transcendeu os limites da matéria. 


E se a perfeição começa aí, bem dentro de você, não há ninguém que possa criá-la ou cultivá-la por você. Seu microcosmo reflete o macrocosmo e viceversa. A sua saúde é também a saúde do mundo. Exercite-se, cuide-se, ouse. Faça suas escolhas usando o vasto cardápio disponível no momento, como este que Planeta Nova Era lhe oferece aqui.

Desdobramento

Ao adormecer, a maioria das pessoas desdobra-se, isto é, deixa em corpo astral/mental ou perispírito o corpo denso de carne, e se desloca para lugares onde se encontra com pessoas afins, encarnadas ou desencarnadas. Outras vezes, é atraída pela força mental de entidades amigas ou inimigas. Pelas primeiras, a fim de receber lições, conforto ou auxilio. Pelas segundas, sempre com o objetivo de prejudicar alguém.

No entanto, a maioria dos que, ao se desdobrarem, conseguem ter experiências produtivas, ao retornarem para o corpo não conseguem lembrar-se do ocorrido sem o auxilio dos guias espirituais. Isto se dá porque, ao retornarem, não despertam logo, quedando-se adormecidos no corpo, mergulhados no mar de imagens mentais geradas durante o período de vigília, que apagam os registros das experiências.

 É de suma importância que não adormeçamos sem, antes, elevar nossas vibrações através da prece, pois isto nos oferece proteção durante o sono. Entidades negativas, muitas vezes, se aproveitam da falta de vigilância para incutir mensagens hipnóticas, que induzem um comportamento que não se teria sem essa interferência maléfica. A seguir, narrarei algumas experiências muito interessantes e esclarecedoras vividas por mim em desdobramento astral. 

Quando nos projetamos fora do corpo físico em corpo astral-mental, algumas vezes ao retornarmos, ficamos paralisados, e isto nos faz vivenciar uma experiência muito desconfortável. Isso se deve a um retorno precipitado, antes de nosso corpo físico recobrar o estado de vigília. Nossas funções motoras ainda se encontram adormecidas, desligadas pelo estado do sono. O que fazer quando isto ocorre? Relaxar e procurar sair outra vez, controlando a ansiedade. Quando objetivamos isto, às vezes, mergulhamos no estado de inconsciência que ocorre antes do desdobramento e, quando voltamos, tudo acontece de forma usual, isto é, não mais nos sentimos aprisionados a um corpo que não obedece a nosso comando. Outro recurso que podemos nos valer, é relaxarmos através de uma prece ao Cristo, e obteremos o mesmo positivo efeito. 

Alguns relatos nos chegam sobre certas sensações que nos acometem, pouco antes de nos projetarmos: zumbidos, falta de ar, sensação de entrarmos em um torvelinho. Normalmente estas sensações tendem a desaparecer na medida que começamos a nos libertar da ansiedade provocada pela insegurança de que poderemos não conseguir retornar ao corpo físico o que é impossível de acontecer antes da hora de nosso desencarne que sempre é presidido por espíritos superiores. Sobre as posições mais indicadas para se fazer uma projeção ou desdobramento consciente é a de decúbito dorsal, isto é de barriga par cima. Particularmente é nesta posição que me encontro sempre ao retornar após o desdobramento. Não devemos exercitar a projeção astral fora dos períodos normais do sono., seja à tarde se temos este hábito, seja à noite. 

Devemos também sempre fazer uma prece que objetiva entrarmos em contato com nosso mentores e deles recebermos proteção. Lembremos que o mundo Astral pode ser muito hostil e nele não devemos nos aventurar sem proteção. 

 Bibliografia: 
LIÇÕES RECEBIDAS EM DESDOBRAMENTO ASTRAL - Autora: Narcí Castro de Souza PROJETANDO LUZ - UM GUIA DE APRENDIZADO ESPIRITUAL - da mesma autora
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