sábado, 3 de março de 2012

Obsessão: As novas técnicas das Trevas e as formas de combatê-las (Parte I)


Sabidamente um dos principais e mais comuns problemas nos dias de hoje é a obsessão e como tudo na vida evolui, os métodos obsessivos também evoluem. Para tecer um panorama amplo sobre o tema, assim como explicar um pouco na prática como a Apometria atua nesses casos, encontrei uma brilhante explanação contida no livro “A Marca da Besta”, capítulo 7, do médium Robson Pinheiro, publicação da editora Casa dos Espíritos entre as páginas 371 a 376, obra que indico sobretudo aos trabalhadores que militam na desobsessão, tanto na Apometria como também na Umbanda e no Espiritismo:


“–Quando os malfeitores astrais se utilizam de tecnologia para roubar energias de seus alvos ou vítimas, com que propósito eles as usam? Isto é, por qual razão, já que podem fazê-lo apenas sugando-as mental e fluidicamente?
Mais uma vez Pai João parecia satisfeito com a pergunta de seu interlocutor que demonstrava sensível interesse no assunto.
– Sabe, meu filho, conforme disse certa vez um dos Imortais, as trevas estão cada vez mais se especializando e atualizando seus métodos de abordagem nos complexos mecanismos das obsessões. Considerando essa modernização por parte dos habitantes do mundo oculto, até mesmo as obsessões mais simples são levadas a efeito com algum requinte ou inovação por parte de entidades mais inteligentes. Quando vemos o emprego de tecnologia astral ou extrafísica, especialmente nas ações de vampirismo, esses engenhos eletrônicos e tecnológicos desenvolvidos nas regiões do astral inferior, de modo geral, têm como finalidade interferir no sistema nervoso das vítimas, na área da sensibilidade, visando favorecer o roubo de vitalidade ou ectoplasma. Os centros nervosos atingidos e manipulados com os artefatos tecnológicos permanecem sofrendo influência depois de efetuado o roubo. Ou seja, mesmo com o afastamento do obsessor, as funções neurológicas dos humanos vitimados continuam prejudicadas. Dessa forma, mesmo que alguns processos obsessivos tenham sido solucionados em reuniões mediúnicas, não significa que a pessoa-alvo saia ilesa da ação levada a cabo pelo espírito das sombras. Em casos graves ou que requereram longo tempo para resolução, chegamos a observar paralisias progressivas, tiques nervosos mais ou menos permanentes, atrofias e hemiplegias, além de outras síndromes dolorosas, que permanecem ocorrendo mesmo depois de afastado o obsessor que usou do requintado método de vampirismo com sua vítima. Reiteramos: nem sempre os efeitos cessam imediatamente após ser abordado o autor espiritual do processo obsessivo. Eis como se faz sentir a crueldade do vampiro. Ele não se contenta em roubar energias e ectoplasma de seu alvo, da criatura humana que ele vampiriza; além disso promove um desequilíbrio mais profundo na estrutura emocional, mental e nervosa da pessoa.
– Então, mesmo depois de ser atendida numa reunião mediúnica especializada no trato com obsessões complexas, a pessoa pode continuar sentindo intensamente os males suscitados como efeito desses aparelhos e da ação do antigo verdugo?
– Perfeitamente – tornou Pai João. – E, muitas vezes, esses aparelhos são retirados, mas não integralmente. Vocês puderam observar como o desenvolvimento da nanotecnologia astral está a anos-luz de distância da mesma especialidade no mundo físico. Muitos artefatos, embora bizarros em sua estrutura etérica-astral, agem mesmo depois de desligados, porque restam elementos que desencadeiam perturbações na delicada estrutura nervosa das pessoas. Como nossos companheiros encarnados, em sua grande maioria, não têm formação científica,  tampouco dominam tecnologia ou detêm informações minuciosas a respeito, acham que basta remover o aparato e os sintomas cessarão. No entanto, menosprezam a engenhosidade desses equipamentos, que, uma vez implantados pelos vampiros de energias, liberam outras centenas ou milhares de aparelhículos, que passam a ter uma existência parasitária, ligando-se às células nervosas, às sinapses, às células sanguíneas e a outros alvos, cuja estrutura os encarnados que trabalham em reuniões mediúnicas raramente conhecem.
– Então é até certo ponto inócua, ou ao menos ineficaz, fazer apenas uma abordagem do caso, ainda que em uma reunião mediúnica especializada, sem acompanhamento do indivíduo, como ocorre em diversas reuniões em que se utilizam técnicas consideradas avançadas? Haveria algo mais a ser feito para liberar as vítimas da ação nefasta dessas engenhosidades?
– Claro que existem recursos muito eficazes. Porém, grande parte, se não a maioria das pessoas que emprega apometria, acredita que somente o estalar de dedos e a ação pontual deste ou daquele grupo de médiuns basta para livrar o consulente dos efeitos perturbadores do vampirismo ou de outro tipo complexo de obsessão. Em tese, meu filho – continuou o pai-velho – fazer desobsessão por correntes magnéticas, por apometria ou qualquer outro método só adianta se vier acompanhada de uma abordagem mais intensa através do magnetismo. Ainda se deve levar em conta a necessidade de que as pessoas que pretendem fazer desobsessão tenham ascendência moral sobre os espíritos a serem tratados. A pessoa que passa por um tratamento através das técnicas da apometria, mesmo bem orientada e realizada por pessoa idônea, precisa se submeter a um tratamento com passes magnéticos. Aí sim, haverá sucesso, pois os passes agirão na intimidade das células nervosas, no sistema linfático e até mesmo a nível subatômico. Na mão de pessoas que conhecem o processo, que estejam sintonizadas com os Imortais pelo coração e pela constante busca de conhecimento e de aprimoramento, o magnetismo é o maior auxiliar, se não o melhor instrumento na ação contra as obsessões complexas. Através dos passes magnéticos aplicados na pessoa em tratamento, não somente pode ser destruída grande parte dos aparelhos usados pelos vampiros astrais – frequentemente mais superficiais, não entranhados no sistema nervoso da “vítima” (1) – , como os artefatos podem entrar em curto-circuito, coibindo os efeitos secundários do próprio vampirismo e de outras patologias obsessivas. Além de tudo isso, a pessoa submetida à aplicação do magnetismo pode ter recomposta a sua vitalidade, restaurado o ectoplasma, em déficit por causa do processo de roubo vital e, em muitos casos, pode ter reconstituída a fisiologia astral, reconfigurando-se sua estrutura psicobiofísica. Somente a ação conjunta desses diversos instrumentos poderá favorecer a melhoria da qualidade de vida do consulente. A apometria sozinha, sem o concurso do magnetismo – que, afinal, é a mãe, a fonte da qual se originam todas as técnicas, inclusive a apometria – , sem dúvida pode realizar algo, mas ficará incompleta, caso o indivíduo não se submeta a uma abordagem magnética correta. E olhe, filho, que mesmo assim, lançando mão desses recursos que temos a disposição, em alguns casos não se pode prescindir de apoio médico e psicológico para quem se fez vítima ou alvo mental de obsessões complexas.

(1) Segundo a teoria apométrica, possivelmente a única que se debruçou experimentalmente sobre o problema dos aparelhos parasitas, sua extração se geralmente se processa com o sujeito desdobrado (Azevedo, José Lacerda. Espírito /matéria. Porto Alegre: Casa do Jardim, 2005, p. 234-241). Questionado a esse respeito, o espírito Joseph Gleber afirma que, muitas vezes, artefatos implantados superficialmente – isto é, cujos vínculos com o sistema nervoso são tênues ou inexistem – podem sim ser desabilitados por meio de aplicação de passes magnéticos, sobretudo de grandes correntes e/ou de sopro. Não obstante, tudo depende do tipo de artefato, já que apresentam inúmeras variações. Como se vê o ex-médico e físico nuclear, responsável pela direção dos tratamentos espirituais nas instituições fundadas por Robson Pinheiro, ratifica a posição de Pai João, corroborada também pela prática nessas instituições.”                        
  

Após essa brilhante explicação, fica mais fácil exemplificar um dos vários casos que apareceu no grupo de apometria do qual faço parte e que se encaixa perfeitamente nesse caso de obsessão complexa. A pessoa atendida apresentava um processo obsessivo de longa data, engedrado por um grupo ligado a uma das muitas milícias de magos negros, feito a mando de um encarnado que serve como veículo a essas entidades pelo que foi apurado nos atendimentos. O objetivo dessa obsessão era fornecer fluido animalizado/ectoplasmático ao encarnado que realizou o mando do processo obsessivo, bem como alienar a vítima, evitando que ela descobrisse os reais motivos de alguns problemas e inquietações que sentia nos últimos meses.

Após o início do tratamento no grupo apométrico, me desdobrei conscientemente na mesma noite para dar prosseguimento no plano astral ao trabalho que fora iniciado naquele mesmo dia no centro, prosseguimento esse que inclusive ocorreu exatamente no centro, só que na sua contrapartida astral. Ao chegar perto da cadeira onde fica o paciente vi algo inusitado, algo que não tinha visto antes e muito menos lido, em qualquer literatura espírita ou espiritualista: um perispírito, com a forma de uma senhora, sentada na cadeira de atendimento, e tinha uma serpente próxima, com a boca cravada na jugular. Mesmo desdobrado de forma totalmente consciente, a serpente parecia quase invisível, acionando mecanismo para que não fosse detectada e mais surpreendente ainda: acionando algum mecanismo que mudou a forma do perispírito da vítima, que aparecia com a aparência de uma senhora mas que pude perceber, após rastrear a vibração mental daquele corpo astral que se tratava da pessoa que havia procurado o centro naquele dia. Na consulta seguinte essa pessoa inclusive nos informou que a vários meses volta e meia aparecia uma pequena espinha naquela região do pescoço onde via aquele aparelho estranho em forma de serpente cravando os dois dentes. Da mesma forma que sugava fluido animalizado/ectoplasmático, injetava uma substância, na ampla acepção da palavra um veneno no sistema nervoso da vítima para causar os sintomas de alienação. Isso confirma o trecho do livro do Robson : “Muitos artefatos, embora bizarros em sua estrutura etérica-astral...”

Realmente era algo bizarro, uma estrutura muito mais elaborada do que os simples chips que até hoje muitos centros espíritas julgam sequer existir. Outra questão levantada pelo texto é sobre a necessidade do magnetismo e isso o grupo apométrico do qual faço parte também pôde perceber, pois encaminhamos esse caso para um dia onde o nosso grupo contasse com mais médiuns, com a corrente de energia mais fortalecida.



O ideal nesses casos complexos é que o passista do grupo seja também magnetizador, se possível com algumas técnicas de auscultação psicométrica, pois precisará efetuar uma abordagem de intenso magnetismo junto à estrutura do corpo astral do paciente, dos fluidos ectoplasmáticos que permeiam sua própria aura para a aura do consulente, num verdadeiro choque anímico semelhante a corrente de intensa voltagem que irá agir não somente na revitalização da vítima como também na destruição das estruturas eletrônicas e parasitárias que porventura ainda estejam incrustadas no perispírito da vítima.


Como exposto no texto do Róbson, frequentemente os aparelhos são mais superficiais, nao entranhados no sistema nervoso da vítima. Entretanto, nos casos mais enraizados como esse que chegou ao grupo apométrico, é necessária uma ação direta de um passista magnetizador ou na ausência desse, de mais de um passista ao mesmo tempo, para que se tenha o choque anímico necessário.  

FONTE: José alencastro

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