domingo, 22 de janeiro de 2012

COMO MONTAR SEU ALTAR

O altar mágico é fundamental para a vida de uma bruxa ou bruxo. Ele será seu ponto de conexão com a Deusa, seu ponto focal mágico. Será onde você realizará seus rituais, suas celebrações, seus feitiços. É importante que o altar seja, acima de tudo, um reflexo de você mesmo. Ele deverá ser construído da forma que melhor fale ao seu coração.

Em primeiro lugar é preciso encontrar o lugar para montar o seu altar. Tradicionalmente o altar fica voltado para o Norte ou para o Leste, mas se for impossível, tente colocá-lo o mais próximo dessas direções que puder. Após encontrar o lugar, será preciso encontrar a mesa ou prateleira onde ele será efetivamente montado. O móvel também deverá ser purificado e consagrado. Uma vez definido o móvel, está na hora de pensar na decoração, escolha uma toalha ou forro de altar e providencie alguns castiçais.

Você pode montar seu altar como desejar, mas algumas coisas são básicas:
• Uma vela para a Deusa e uma para o Deus.
• Um item que representa cada um dos elementos.
• Um pentagrama no centro.
• Estátuas ou imagens da Deusa e do Deus.

Para representar os elementos você pode usar:
Norte - Terra: caldeirão, cristais, pentagramas, cervos, ursos.
Leste - Ar: Athame, sinos, incensos, penas, imagens de aves.
Sul - Fogo: bastões, velas, estátuas de dragões.
Oeste - Água: cálices, conchas, imagens de peixes, golfinhos ou baleias.

Ritual dos cinco ventos

O Ritual dos Cinco Ventos deve ser realizado após o término da sequência de meditação dos cinco ventos. Ele foi designado para aprofundar ainda mais a sua conexão com os elementos.

Suprimentos necessários:
1 vela de cada cor, azul, verde, amarela, vermelha e branca ou prata.
Glitter nas mesmas cores acima.
Uma pedra que fará papel de altar.

Procedimento:
Leve a pedra altar para um local onde você não será interrompida e onde não se importe de ver glitter pelo chão. Disponha as velas na pedra de forma que, ao ficar de frente para a vela, você também fique de frente para a direção correspondente (Observe que, neste caso as velas parecerão estar na posição invertida, amarela ao Oeste, vermelha ao Norte, azul a Leste, e verde ao Sul). Coloque a vela branca no centro. Deixe os potinhos de glitter ao alcance da mão. Sente-se de frente para o Leste, acenda a vela amarela e apanhe um pouco do glitter amarelo em sua mão. Medite por alguns instantes sobre as propriedades do Vento Leste, o Vento do Ar. Peça ao elemento Ar que envie a você as qualidades dele que você necessita e que leve de você aquelas das quais você deseja se livrar. Quando terminar sopre o glitter de sua mão e observe as partículas caindo à sua frente. Sinta-as como sendo o Vento Leste vindo para realizar o seu desejo. Permaneça alguns instantes em comunhão com o Leste e o Ar. Repita o procedimento acima para cada direção e depois sente-se de frente para a direção que mais te atrai e repita o procedimento para o espírito, soprando o glitter mais para cima. Quando terminar, agradeça aos Elementos e aos respectivos Ventos por seu auxilio e apague as velas na mesma ordem em que você as acendeu. Guarde as velas para uma necessidade em que você precise se sintonizar com um elemento específico, então acenda a vela daquele Elemento e relembre o ritual. O ritual sempre deverá ser feito para os cinco ventos juntos para manter o equilíbrio em sua energia.

Meditação dos cinco ventos

Prepare-se para a meditação com sua forma costumeira, não esquecendo de criar um círculo de proteção ao seu redor. Relaxe seu corpo e respire profundamente. Quando estiver pronta, visualize-se no alto de uma montanha, um local no qual você se sente bem, em comunhão com a Natureza. Curta a paisagem ao seu redor por alguns instantes. Depois de algum tempo, alguém irá se aproximar de você, esta pessoa é seu guia nesta jornada, é ele quem vai te trazer os cinco ventos e explicar o significado de cada um. Pode ser quem você quiser, ter a forma que você quiser, mas deve ser alguém em quem você possa confiar. Quando seu guia chegar, cumprimente-o, converse com ele. Depois de algum tempo ele dirá que tem um presente para você, você estenderá a mão e ele colocará nela um pequeno vento, como um minúsculo tornado, que se espirala em sua mão. O primeiro vento é o Vento do Leste, que é amarelo. Seu guia irá explicar o que este vento significa, o que ele pode te trazer. Sinta-o em sua mão, concentre-se nele, pense sobre o que o guia te disse e imagine formas de utilizar este vento. Quando se sentir pronta, deixe que o vento parta e seja reabsorvido pelo Universo e agradeça ao seu guia pelo presente. Despeça-se dele e volte da meditação. Ao terminar, anote o que o guia te disse e as formas pelas quais você acha que este vento vai te ajudar. No dia seguinte, vá na meditação para o mesmo lugar e solicite a presença de seu guia, pode ser o mesmo de antes ou um novo. Ele vai te trazer o segundo vento, o Vento vermelho do Sul, repita todo o procedimento realizado acima. O terceiro vento, a ser trabalhado no terceiro dia, é o Vento azul do Oeste. No quarto dia trabalhe com o Vento verde do Norte e no último dia, com o Vento prateado do Espírito. Não se esqueça de anotar sempre as explicações de seu guia (ou guias) e as formas pelas quais este vento poderá ser útil a você. Pense sobre as características negativas de sua personalidade que um dos elementos pode ajudar a minimizar e sobre as características positivas que podem ser ampliadas, também com a ajuda de um dos elementos.

Repita todas as meditações sempre que julgar necessário

E como os Elementos podem nos ajudar?

Todas nós podemos aprender a nos conectar com o vento e seu respectivo elemento quando necessitarmos de suas propriedades, tanto físicas, quanto associadas. Por exemplo:

O Vento do Ar é o vento do intelecto, ele pode ser convocado para nos ajudar na hora de estudar para uma prova, ou nos preparar para uma reunião de trabalho, ou na construção das palavras para um ritual. Se você estiver se sentindo cansada, tensa, sem energia, apele para as propriedades físicas do Ar e ele vai te trazer leveza e relaxamento.
Quando estiver ventando, exponha-se ao vento e peça a ele que limpe e purifique suas energias.

O Vento do Fogo pode ser convocado para te trazer paixão no caso de um primeiro encontro, ou criatividade no desenvolvimento de um projeto, ou mesmo coragem no caso de um confronto ou situação complicada. Estando próxima a uma fogueira, queime, mentalmente, as coisas que estão te perturbando. Nos dias frios, este vento pode nos trazer calor.

O Vento da Água pode nos trazer a intuição e nos ajudar no caso de uma leitura de cartas de Tarot, ou bola de cristal, ou até mesmo para decidir se fechamos ou não um negócio. Pode nos trazer a energia curativa para amenizar uma cólica, ou dor de cabeça. Em dias quentes, este vento pode nos trazer frescor e até mesmo abaixar uma febre.

O Vento da Terra pode nos ajudar a manter a paciência com certos colegas de trabalho, ou numa casa cheia de crianças, pode nos trazer estabilidade e ajudar em nossa busca por sabedoria. A nível físico, pode ajudar a combater tonturas e enjôos ao nos conectar com a terra.

O Vento do Centro nos traz a espiritualidade e nos conecta com a divindade. Apele para ele quando se sentir deprimida, solitária ou até mesmo ameaçada.

Mas, lembre-se, a cada elemento são associadas características positivas e negativas, portanto dois avisos devem ser levados em consideração.

1 - Ao apelar para um elemento seja bem específica em relação à característica que você necessita naquele momento. Num primeiro encontro, você pode apelar para a paixão do Fogo, mas não vai querer o impulso de briga. Você pode pedir a leveza do Ar para assistir a uma reunião cansativa, mas não vai querer a distração que ele também pode trazer.

2- Jamais trabalhe repetidas vezes com as características de um determinado elemento sem convocar também o elemento oposto para contrabalançar, ou você pode acabar com excesso da energia daquele elemento. Batalhar por estabilidade com o auxílio da Terra é muito bom, mas sem equilibrar isso com a leveza do Ar, você pode acabar muito rígida e inflexível. Pedir o auxílio do fogo para te trazer coragem, mas sem a suavidade que a água traz, pode te deixar briguenta e intolerante. Vale também o oposto, se você está pedindo a ajuda da água para suavizar suas emoções, equilibre isso com um pouco de Fogo, ou pode se tornar uma "manteiga derretida". 

Para começar a se conectar com as energias de cada Elemento ou Vento existe um bom ritual de meditação chamado a Meditação dos Cinco Ventos. Pratique essa meditação durante cinco dias seguidos, trabalhando um vento por dia, para conhecer as características de cada Elemento. Ao final da meditação, lembre-se de anotar tudo o que sentiu no que diz respeito ao elemento e as formas pelas quais você acha que este Vento pode te auxiliar.

COMUNHÃO COM OS ELEMENTOS

Muita gente acredita que os Elementos servem apenas para serem convocados na hora do fechamento do círculo para dar proteção aos trabalhos mágicos. Isso não é verdade, a energia dos Elementos, tanto a nível de propriedades físicas, quanto a nível de propriedades associadas pode e deve ser utilizada para nos auxiliar nos trabalhos mágicos e também na vida prática.

Cada Elemento é associado a uma direção, a uma cor, a um grupo de propriedades e características e recebe a denominação de um Vento. Podemos dizer que existem cinco ventos:

O Vento Leste é associado ao Ar, ao intelecto, à força da mente, ao bom senso, e no aspecto negativo à distração, ao excesso de imaginação. Sua cor é o amarelo e este vento é quente e úmido. Fisicamente ele pode nos trazer a leveza, o relaxamento.

O Vento Sul é associado ao Fogo, à paixão, à criatividade e à coragem, mas também à guerra, à disposição de lutar e ao orgulho e prepotência. Ele é vermelho, quente e seco. A nível físico pode nos trazer o calor.

O Vento Oeste é associado à Água, à intuição, às habilidades psíquicas de modo geral, às emoções, à cura. No aspecto negativo ele é associado ao descontrole emocional, à melancolia, à timidez. Ele é azul, frio e úmido. A nível físico, pode nos trazer a frescura da água e a umidade.

O Vento Norte é associado à Terra, à estabilidade, à solidez, à paciência, mas também à rigidez, à inflexibilidade, à incapacidade de mudar. Ele é verde, frio e seco. A nível físico pode nos trazer de volta à terra, ajudar no equilíbrio e na estabilidade.

Finalmente, o Vento do Centro, o Vento do Espírito, que pode nos conectar com a Divindade, ele não tem propriedades físicas, mas é associado à fé, à proteção, à espiritualidade. Pode ser visualizado prateado e brilhante, mas não é nem frio, nem quente, nem seco, nem úmido. Ele apenas é.

O Trabalho Mágico

Por Silver RavenWolf

O Trabalho mágico de uma Bruxa ou Bruxo exige seriedade e quatro características básicas:


SABER
01) Conhecer a si mesmo.
02) Conhecer sua arte.
• Saber o que fazer.
• Saber como fazer.
• Saber quando fazer.
• Saber quando não fazer.
03) Saber o que você quer realizar.
• Especificar bem o que você vai fazer.
• Criar um sigilo com as palavras.
04) Saber trabalhar com moderação.

QUERER
01) Acreditar em você mesma.
02) Acreditar na divindade.
03) Acreditar em suas habilidades.
04) Acreditar na abundância do Universo.
05) Ter a vontade de praticar de novo e de novo.
06) Habilidades de meditação
• Praticar visualização.
• Praticar relaxamento.
• Praticar um estado alterado de consciência.
• Praticar para ser capaz de fazer rápido e certo.
07) Ter em mente com muita clareza o porque você quer realizar essa operação mágica.
08) Observar se sua vontade está corretamente direcionada.
• Observar se não vai influenciar negativamente outra pessoa.
• Observar os aspectos de não prejudicar ninguém.
• Usar uma ferramenta adivinhatória para checar se seus planos são válidos, se está numa boa hora de pô-los em prática.

OUSAR
01) Ter a coragem de mudar as circunstâncias.
02) Ter a coragem de controlar seu ambiente.
03) Ser responsável por suas ações.
04) Escolher o melhor curso de ação para o trabalho a ser feito.

CALAR
01) Aprender a manter a boca fechada antes do trabalho.
02) Aprender a manter a boca fechada enquanto espera pelos resultados.
03) Aprender a manter a boca fechada depois do trabalho.
• Proteger sua confiança.
• Proteger sua reputação.
• Proteger sua energia.

Preocupações prematuras quanto à iniciação

                                                                                                                                  Por Dylan Siegel


De tempos em tempos alguém aparece nas listas perguntando como pode fazer para se iniciar. Normalmente, são pessoas que conheceram a bruxaria, gostaram muito de tudo o que leram e acham que esse é o seu caminho. Porém para podermos saber a resposta dessa pergunta, precisamos entender direito o que é um iniciado.
A Wicca é uma religião sacerdotal, o que quer dizer que todas as pessoas que a escolhem como religião perceberam que desejam ser a voz ativa da Deusa e do Deus no mundo afinal de contas essa é a função de um sacerdote. Ela não é uma religião convencional como estamos acostumados, com os sacerdotes e seus seguidores ouvindo tudo e concordando, pois nela todas as pessoas são instrumentos da vontade da Deusa no mundo, não somente seguidores. Sentem que esse é o seu caminho e o seguem.
Um caminho como o da Wicca exige da pessoa tempo, estudo e dedicação. Não deve ser à toa que o período de preparação de um sacerdote se chama Dedicação, onde durante pelo menos um ano e um dia, o interessado irá estudar, se aprofundar nos mistérios da Deusa e celebrar a vida em suas manifestações. Para se dedicar não é exigido nenhum grande conhecimento sobre a Wicca e é justamente para isso que serve o período de dedicação, um espaço de tempo onde você estuda e celebra a vida para saber se o que a religião da Deusa propõe é o que você quer para sua vida.
É necessário que o futuro sacerdote tenha celebrado todos os sabaths e esbaths ao longo da sua roda de dedicação, por esse motivo o período de dedicação é de no mínimo uma roda. Dessa forma ele saberá se é aquilo que ele quer para a vida dele do momento de sua iniciação em diante. Por isso o período mínimo de dedicação é uma roda, podendo muitas vezes ultrapassar esse mínimo, o que em alguns casos é muito importante para que a pessoa tenha absoluta certeza de que é dessa maneira que ela vai viver a partir dali.
Não existe quem se inicie verdadeiramente sem ao menos um ano e um dia a partir do dia de sua dedicação. O dedicado deve conhecer todos os ritos para se certificar de que quer aquilo para ele. Afinal, como sacerdote é daquele jeito que viverá da sua iniciação em diante. Também tem que ter celebrado treze lunações seguidas sem interrupções e os oito sabaths, assim como ter entrado em contato com todas as faces da Deusa.
O contato mais comum é o com a Deusa na face da Mãe (celebrada nas luas cheias). Mas para um sacerdote não é o suficiente. Ele tem que conhecer a face Donzela, celebrada na crescente, e a face Anciã da Deusa, celebrada na minguante. Então, meditações e conexões diárias com a Deusa são o mínimo que se espera de uma pessoa em preparação. É preciso conhecer a Deusa de perto. É preciso aprender a ouvir a voz Dela, uma vez que o papel de um sacerdote seja de que religião ele for é conseguir ouvir a voz da Divindade.
Quando falo conhecer, é conhecer mesmo. Ir atrás Dela em suas meditações, conversar com Ela, deixar que suas palavras ensinem segredos antigos, ouvir seu canto suave a cada brisa, sentir sua presença e sua ação em todas as coisas, celebrar a chuva que fertiliza a terra. Nós não rezamos para uma Deusa que mora no céu. A Deusa vive aqui conosco. Ela é Tudo e está em tudo.
De todas essas preparações que eu citei percebe-se que não é o ritual de iniciação que torna a pessoa uma sacerdotisa ou sacerdote, é a conexão com a Deusa e o Deus que diz se o dedicado está pronto para se iniciar ou não é Ela quem escolhe quem vai trilhar seu caminho como muitos já fizeram em tempos antigos.
O ritual em si funciona como um marco, pois a partir daquele momento a pessoa terá todas as responsabilidades e atribuições de um sacerdote, a partir desse dia a Deusa colocará em seu caminho pessoas que desejam conhecer a Arte e se aprofundar nos mistérios Dela e o iniciado tem que estar pronto para poder ajudá-las no que puder, pois um dia ele próprio irá dedicar e iniciar alguém como ele mesmo foi iniciado ou se auto-iniciou. Ela colocará em seu caminho dificuldades e lições que você precisa passar para ser cada vez mais um sacerdote melhor.
O importante é que as pessoas que começam a se interessar por Wicca agora percebam que não é o rito que faz com que uma pessoa se inicie porque existe toda uma preparação para que isso aconteça de verdade. Repito que o ritual de Iniciação é um marco onde a pessoa se submete à Lei Tríplice e encena seu encontro com a Deusa. Quem a conhece de verdade sofre profundas modificações ao encontrá-la frente a frente. Se você não estiver pronto de verdade, o seu ritual de iniciação será apenas um ritual de celebração comum e sairá dele achando que é um sacerdote quando isso não é verdade.
Com isso tudo que expus percebe-se que não é um caminho muito fácil. Muitos dos caminhos que escolhemos ao longo de nossa vida também não são nada fáceis. Porém se você ouviu o chamado da Senhora de verdade Ela irá mostrar meios de se aprender o que é ser um sacerdote Dela, pois só Ela inicia alguém independente do ritual estar sendo conduzido por uma Sacerdotisa de anos de experiência ou sendo feito por um praticante solitário que completa uma roda de dedicação no dia e se sentiu pronto para se iniciar. A iniciação verdadeira de alguém, aquela conduzida pela própria Deusa, pode acontecer antes, durante ou depois do ritual.
A verdade é que muitas pessoas acham que sairão do ritual de iniciação com poderes mágicos, capazes de fazer com que todas as suas vontades se concretizarem por meio da magia e que terão controle absoluto sobre todos os seus dons. Mas isso não é verdade. Qualquer pessoa independente de ser iniciado ou não, de ser pagão ou não pode fazer magia! A diferença é somente a forma como esta será realizada. Muitas religiões usam velas em seus rituais de prosperidade e o que vai determinar se o que se fez dará certo ou não é a vontade de quem realiza aquilo.
Deduz-se então que não é preciso se iniciar para fazer magia. Não é preciso nem ser Wiccaniano para isso!!!
Ser um sacerdote, ser uma bruxa ou um bruxo é como se apaixonar pela vida. É sentir o calor do Sol como sendo sagrado, é compreender que a morte também é parte importante dos ciclos da vida, é viver sentindo que a Deusa está em tudo e em todos. É maravilhoso viver dessa forma. Porém se sua vontade é se tornar um sacerdote Dela não é o rito que fará com que isso aconteça.


Quando alguém pede um ritual de iniciação em uma das listas é por que simplesmente não tem nenhuma noção do que significa ser um sacerdote uma vez que não é capaz de montar seu próprio ritual de auto-iniciação. Ser um@ brux@ implica em buscar o conhecimento sobre a vida diretamente da fonte, a própria Deusa e Ela nos leva a caminhos trilhados por poucos, caminhos não muito fáceis, de autoconhecimento, de auto-análise.
A preocupação de uma pessoa que começou agora na Wicca deve ser estudar e ver se é realmente isso que el@ quer para o resto da vida, por que começará a viver todos os seus atos de forma mágica, não somente os rituais e feitiços que fará. Então você que começa agora estude!!! Conheça a Arte de verdade, não só estudando mas praticando, celebrando e meditando. Quando achar que já tem uma idéia do que é a Bruxaria, não precisa ser um conhecimento profundo, as bases e a estrutura geral, dedique-se. A partir desse momento entre em profunda conexão com tudo o que nos cerca, pois você que chegou até esse período deve começar a mudar de verdade internamente e externamente. Mudar seus atos, suas posturas, seus pré-conceitos. Sua vida toda muda, você está mudando por que começou a entender que todas as coisas são iguais perante os olhos da Deusa.
É um período de profunda introspecção e autoconhecimento, onde se percebe que muitas dos conceitos que julgava errados na verdade fazem parte de você, e a grande lição da dedicação é entender que você não é só aquilo que julgava ser. É muito maior e muito mais complexo. E para quase todos esse processo é incomodo, pois se começa a lidar com sua sombra, aquela parte nossa que rejeitamos ao gerarmos nossos padrões de ação e de pensamento.
A preocupação principal de alguém que começa na Wicca agora é entender um pouquinho para saber se isso é mais ou menos o que el@ quer. Se a resposta for sim é momento então de começar a praticar, não só estudar, pois o sacerdócio é prática e aprendizagem. Estude, pratique, celebre os Deuses antigos como nossos ancestrais fizeram. Dedique-se à maravilhosa experiência de conhecer a Deusa de verdade e quando, depois de tudo isso, você sentir que é necessário ir além do que já fez e do que já estudou, a Deusa mostrará que Ela quer você como sacerdote ou sacerdotisa.

Blessed Be

MAGIA DOS DIAS DA SEMANA


Cada dia da semana concentra em si uma energia específica que, quando invocada corretamente, proporciona resultados muito especiais.
Cada DIA é orientado por um PLANETA e dedicado a uma DIVINDADE que influenciam magicamente os sete dias da semana.

Segunda-feira: regido pela Lua e representado pela Deusa Selene, é um dia extremamente propício para Magias e Rituais que invoquem paz, fertilidade, harmonia, Magia e meditação.
Terça-feira: regido e dedicado ao Deus Marte. Favorável a Magias que invoquem paixão, proteção e coragem.
Quarta-feira: regido e dedicado ao Deus Mercúrio. Indicado para atividades mentais, iniciar viagens, para adivinhações e estudos herméticos.
Quinta-feira: regido por Júpiter e dedicado ao Deus com mesmo nome, também conhecido como o Deus dos Deuses. É o dia ideal para rituais de prosperidade, crescimento e expansão.
Sexta-feira: regido por Vênus e dedicado à Deusa do Amor: Vênus (Afrodite). Ideal para Magias de amor e paixão, marcar encontros especiais e reconciliações.
Sábado: regido por Saturno e dedicado a esse Deus. indicado para ritualizar os términos, encerrar etapas e Magias de proteção.
Domingo: regido pelo Sol e dedicado ao Deus Sol Hélio. Ideal para Magias de força, poder e prosperidade. Indicado para atividades físicas e espirituais.

A Prática da Magia

A prática da magia é de origem antiga, sendo encontrada em todo o mundo. A magia é uma força que combina a energia psíquica com os poderes da vontade, para produzir os efeitos "sobrenaturais", provocar as respectivas mudanças e controlar os eventos da Natureza. Aumenta o fluxo de divindade e pode ser usada para propósitos construtivos assim como destrutivos.

A magia é uma força neutra que em si não é boa nem má. A direção do bem ou do mal é determinada pelo praticante. Entretanto, como o carma retorna por três vezes para todas as pessoas pelos seus atos nesta vida, seria atitude de autodestruição para qualquer Bruxo ou mago utilizar a magia negra para causar danos a alguém. A magia (magick) é uma ferramenta poderosa. É parte importante de Wicca, embora secundária na adoração à Deusa e ao Deus. Deve ser usada de maneira sábia, cautelosa e somente de maneira positiva. A magia é algo muito sério e nunca deverá ser abusada ou tratada como um jogo de salão ou brincadeira. Nunca deve ser utilizada para manipular a vontade ou as emoções de outra pessoa, e deve ser mantido sempre em mente o conselho wiccaniano: SEM PREJUDICAR NINGUÉM, REALIZE A SUA VONTADE.


A lua e cada uma de suas fases são a parte mais essencial da magia, sendo extremamente importante que os encantamentos e os rituais sejam realizados durante a fase lunar apropriada. A lua crescente (período entre a lua nova durante o primeiro quarto até a lua cheia) é o momento apropriado para realizar a magia positiva e os encantamentos que aumentem o amor, a sorte, o desejo sexual e a riqueza. A lua cheia aumenta a percepção extra-sensorial e é o momento ideal para realizar as invocações à Deusa lunar, os rituais de fertilidade e encantamentos que aumentem as habilidades psíquicas e sonhos proféticos. A lua minguante (época entre a lua cheia durante o último quarto até a lua nova) é o momento apropriado para realizar a magia destrutiva, os encantamentos negativos e feitiços que retirem as maldições, para terminar maus relacionamentos, reverter encantamentos de amor e afrodisíacos, acabar com maus hábitos e diminuir febres, dores e doenças.

Resumindo, para realizar magia bem-sucedida deve-se estar em harmonia com as leis da Natureza e com a psique. É importante possuir conhecimento mágico, corpo e mente saudáveis e capacidade de aceitar a responsabilidade pelas suas próprias ações. É impossível obter magicamente resultados positivos se o seu nível de energia estiver baixo ou se o seu corpo estiver contaminado por drogas prejudiciais e/ou quantidades excessivas de álcool. Deve-se trabalhar durante a fase lunar apropriada, com convicção, concentração e visualização do resultado final.

Fonte: 'Wicca - A Feitiçaria Moderna', de Gerina Dunwich


OS DRUÍDAS

"QUANDO ESTUDAMOS SOBRE OS DRUÍDAS, TEMOS DE ESQUECER NOSSA RAZÃO E EMBARCAR NUM MUNDO DIFERENTE, MÁGICO, FANTÁSTICO, DE UM POVO INCRÍVEL E MISTERIOSO”.


Quem eram os druidas? – O que melhor se pode dizer é que os druidas foram membros de uma elevada estirpe de Celtas que ocupavam o lugar de juizes, doutores, sacerdotes, adivinhos, magos, médicos, astrônomos, etc., mas que evidentemente não constituíam um grupo étnico dentro do mundo Celta. Eram grandes conhecedores da ciência dos cristais, radiestesia, plantas, etc.

As mulheres célticas gozavam de mais liberdades e direitos do que as de outras culturas contemporâneas, incluindo-se, até mesmo, o direito de participarem de batalhas, e de solicitarem divórcio. Neste contexto havia mulheres druidas. Na cultura druídica, portanto, a mulher tinha um papel preponderante, pois era visa como a imagem da Deusa.

No contexto religioso os druidas eram sacerdotes e sacerdotisas dedicados ao aspecto feminino da divindade, a Deusa Mãe. Embora cultuassem a Deusa Mãe mesmo assim admitiam que todos os aspectos expressos a respeito da Divindade eram ainda percepções imperfeitas do Divino. Assim, todos os deuses e deusas do mundo nada mais eram do que aspectos de um só Ser Supremo - qualquer que fosse a sua denominação visto sob a ótica humana.

A palavra druida é de origem céltica, e segundo o historiador romano Plínio - o velho, ela está relacionada com o carvalho, que na realidade era uma árvore sagrada para eles.

Desde que o povo celta não usava a escrita para transmitir seus conhecimentos, após o domínio do cristianismo perdeu-se muito das informações históricas daquela maravilhosa civilização e especialmente das que a precederam deste o fim da Atlântida, exceto aquilo que permaneceu zelosamente guardado nos registros de algumas Ordens Iniciáticas, especialmente a Ordem Céltica e a Ordem Druídica. Por isto muito da historia dos Druidas até hoje é um mistério para os historiadores oficiais; sabem que realmente que existiu entre o povo Celta, mas que não nasceram nesta civilização. Sendo assim impõe-se a indagação: de onde vieram os Druidas? Seriam Deuses? Ou Bruxos? O pouco que popularmente é dito a respeito dos druidas tem como base diversas lendas, como a do Rei Arthur, onde Merlin era um druida.

Diversos estudiosos tem argumentado que os Druidas originariamente pertenceram à pré-céltica (não Ariana) população da Bretanha e da Escócia.

Desde o domínio romano, instigado pelo catolicismo, a cultura druídica foi alvo de severa e injusta repressão, que fez com que fossem apagados quaisquer tipos de informação a respeito dela embora que na historia de Roma conste que Júlio César reconhecia a coragem que os druidas tinham em enfrentar a morte em defesa de seus princípios.

Os Druidas dominavam quase todas as áreas do conhecimento humano, cultivaram a musica, a poesia, tinham notáveis conhecimentos de medicina natural, de fitoterapia, de agricultura e astronomia, e possuíam um avançado sistema filosófico muito semelhante ao dos neoplatônicos. O povo celta tinha uma tradição eminentemente oral, não faziam uso da escrita para transmitir seus conhecimentos fundamentais, embora possuíssem uma forma de escrita mágica conhecida pelo nome de escrita rúnica. Mesmo não usando a escrita para gravar seus conhecimentos eles possuíram suficiente sabedoria a ponto de influenciarem outros povos e assim marcar profundamente a literatura da época, criando uma espécie de aura de mistério e misticismo.

A Igreja Católica, inspirada pela Conjura, demonstrou grande ódio aos Druidas que, tal qual outras culturas, foram consideradas pagãs, bruxos terríveis, magos negros que faziam sacrifícios humanos e outras coisas cruéis. Na realidade nada disso corresponde à verdade, pois quando os primeiros cristãos chegaram naquela região foram muito bem recebidos, até porque a tradição céltica conta que José de Arimatéia discípulo de Jesus viveu entre eles e levado até lá o Santo Graal (Taça usada por Jesus na Última Ceia).

Em torno disto existem muitos relatos, contos, lendas e mitos, especialmente ligados à Corte do Rei Arthur e a Távola Redonda. São inúmeros os contos, entre eles, aqueles relativos à Corte do Rei Arthur, onde vivera Merlin, o mago, e a meia-irmã de Arthur, Morgana, que eram Druidas.

A religião druídica na realidade era uma expressão mais mística da religião céltica. Esta era mais mágica, por isso mais popular, com formas de rituais mais rústicos, e muito mais ligado à natureza ambiental, à terra que era tratada com carinho bem especial. A mais popular das expressões religiosas dos celtas constituiu-se a Wicca, que o Catolicismo fez empenho em descrever como um conjunto de rituais satânicos.

São freqüentemente os festivais célticos. Para eles o ano era dividido em quatro períodos de três meses em cujo início de cada um havia um grande festival. Eram eles:

Imbolc - celebrado em 1 de fevereiro e era associado à deusa Brigit, a Mãe-Deusa protetora da mulher e do nascimento das crianças;

Beltane - celebrada em 1 de maio. (também chamado de Beltine, Beltain, Beal-tine, Beltan, Bel-tien e Beltein) Significa "brilho do fogo". Este festival, muito bonito, era marcado por milhares de fogueiras;

Lughnasadh - (também conhecido como Lammas), dedicado ao Deus lugh, celebrado em 1 de agosto;

ARQUEOASTRONOMIA

Uma série de construções megalíticas encontradas na Europa testemunham que os nossos antepassados tinham algum conhecimento de fenômenos astronômicos. Pesquisas iniciadas em 1890, nos monumentos egípcios e nas edificações megalíticas em Inglaterra, têm revelado que os habitantes (mesmo pré-históricos) de algumas regiões possuíam um notável conhecimento de alguns fenômenos astronômicos.

Aquilo que hoje se chama arqueoastronomia, irradiou a partir de França e Inglaterra, com a descoberta de monumentos antigos ou simples locais de cultos em que havia alinhamentos com orientações de natureza astronômica, indicando alguns, provavelmente, a posição de certos astros brilhantes na esfera celeste, bem como as posições do nascimento e ocaso do Sol e da Lua em ocasiões específicas, particularmente nos equinócios e nos solstícios.

No continente europeu, as construções megalíticas mais divulgadas são as de Stonehenge (Inglaterra), local em que por volta do ano 3000 a.C., terá sido criado o primeiro local de culto, o qual foi desenvolvido nos cerca de 1500 anos posteriores.

Em Portugal, o maior megalítico até agora conhecido situa-se na herdade dos Almendres e é o mais importante elemento do notável conjunto de construções megalíticas da região de Évora. Admitindo-se que a sua edificação ocorreu na transição do século IV para o século III a.C., o que coincide com uma das fases de evolução de Stonehenge, é razoável aceitar que os respectivos povos tivessem alguma relação, pelo menos cultural. (Máximo Ferreira, in revista Super Interessante. Adaptado).

Ciência dos Druidas

" O HOMEM É MODESTO NAS PALAVRAS E EXCEPCIONAL NOS ATOS ".
CONFÚCIO                                                                                                                              

Embora os Druidas somente neste milênio haja se apresentado publicamente, contudo a atuação deles é muitíssimo mais antigo do que se pensa. Antes de a Atlântida ser tragada pelo oceano muito das pessoas que lá viviam migraram, e que uma das correntes migratórias foi habitar no oeste da Europa. Com certeza os desse grupo foram os Druidas, mas que por milênios viveram sem desenvolverem uma civilização, mesmo assim conservando a ciência trazida do Continente submerso.

Os Druidas tinham grandes conhecimentos astronômicos como se pode ver pelos círculos de pedra. Aquelas construções tinham dupla finalidade, a de servir como centros de força telúricas e siderais para a realização dos rituais e, ao mesmo tempo, também, funcionavam como observatórios, especialmente dedicados à marcação das efemérides anuais, ou seja, eram calendários por meio do que o povo pudesse evidenciar a posição do Sol e de algumas estrelas em relação com determinados monumentos e assim pudesse saber das datas festivas, do início dos períodos próprios para início do plantio, etc. Contudo, este se constituía um uso secundário e popular, pois na realidade aquelas construções diziam respeito à utilização das forças telúricas e siderais, e em especial aquelas forças ligadas as ciências dos cristais, trazidas para a Europa pelos emigrantes da Atlântida.

Os Druidas foram considerados magos, feiticeiros, especialmente em decorrência dos conhecimentos que eles tinham de medicina, do uso das plantas medicinais, do controle do clima, etc. Eram capaz de provocar manifestações telúricas e siderais, provocar ou fazer cessar chuvas, isto, é, controlar o ritmo das chuvas, de desviar furacões e ciclones, controlar as marés, atenuar os tremores de terra e as erupções vulcânicas, alem de outros fenômenos climatológicos. Isto eles dominavam bem e procediam em parte com o uso de cristais e em parte pela ação da mente, evidentemente com um poder muito ampliado graças aos rituais procedidos em lugares de força, como Stonehenge e outros círculos de pedra.

Evidentemente, os Druidas preocupavam-se mais com o lado pratico da vida, com a fertilidade dos campos e com o desenvolvimento espiritual do que propriamente com o desenvolvimento técnico.

Teologicamente o druidismo é bastante similar a Wicca; desde que visava essencialmente uma forma de relação com a Mãe Natureza, incentivando a dignidade, a liberdade, e a responsabilidade da humanidade, e coisas assim. Os Druidas celebram suas cerimônias principais nas mesmas datas em que os celtas efetivavam seus festivais. Contudo os rituais são diferentes em muitos detalhes, mas visam o mesmo objetivo que muitos outros rituais classificados pelas Igrejas Cristãs derivadas do Ortodoxismo, como ritos pagãos. Na realidade visavam estabelecer um elo de ligação sagrado entre o homem e a natureza, criar um espaço sagrado, visando à invocação da Deidade, celebrando cerimônia não em templos, mas em contacto direto com a natureza, criando e intensificando assim um elo entre a Deusa Mãe e a comunidade.

Apesar de ter um contato muito forte com a Mãe natureza, os druidas acreditam em Deus como força criadora, ou seja, não existe a mesma dualidade que existe na wicca.

A ciência dos Druidas encerrava muitos mistérios e durante séculos tem se comentado a respeito de Avalon, uma maravilhosa "ilha encantada", lugar de grandes mistérios.

Não se pode dizer que Stonehenge, Glastonbury e outros sítios megalíticos hajam sido construídos pelos Druidas deste milênio, eles apenas usaram o que os seus antepassados construíram. A datação pelo carbono-14 mostra que aquelas construções são anteriores à fase clássica do Druidismo. Isto é verdade, pois foram construídos logo depois da chegada dos atlantes àquelas plagas. Na realidade foram construídos, e ainda existem centenas de círculos de pedra especialmente na Bretanha e na Escócia.

Embora os Celtas e Druidas não fizessem uso intenso da linguagem escrita, especialmente para transmitir seus conhecimentos, mesmo assim eles tinham uma escrita expressa sob a forma de um alfabeto conhecido por alfabeto rúnico. As runas são símbolos gráficos com os quais podem ser gravados sons, palavras, mas o principal uso dos desenhos, as runas, é de natureza mágico. Bem mais que o alfabeto hebraico as runas são símbolos evocativos de poderes e representam para o druidismo o que o alfabeto hebraico representa para a Cabala.

As runas têm o poder de canalizar as forças mentais, de projetar a mente da pessoa a um nível ampliado de consciência e daí a captação de conhecimentos ocultos, de conhecimentos velados, de situações afastadas no espaço e no tempo.

As propriedades mágicas das runas eram usadas Celtas e Druidas como forma de saber o passado e o futuro. Essa arte ainda hoje é muito praticada, mas tenhamos em mente que a quase totalidade daqueles que se anunciam como adivinhos rúnicos na verdade são enganadores, que vivem comercializando uma arte sagrada. Trata-se de um sistema milenar cujos conhecimentos são secretos, cujo domínio é reservado somente aos iniciados.

Na Inglaterra e países nórdicos existem diversas organizações druídicas sérias, mas somente uma delas é devidamente credenciada para conferir graus iniciáticos.

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